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Nunca más

Ataulfo Alves

Nunca mais

Você diz a todos que eu não presto
Que dos homens sou o resto
Que sou mal que sou ruim
Deus é testemunha da maldade
Mas um dia não é tarde
Ri melhor quem ri no fim
Pode prosseguir me destruindo
Em silêncio, vou ouvindo
Meus silêncios os meus ais

Pode me cobrir todo de lama
Mas dormir na minha cama
Isso você nunca mais
Nunca mais, nunca mais, nunca mais
Essa que você me fez, mulher
Outra você não me faz
Nunca mais, nunca mais, nunca mais
Eu vivia tão feliz
E você roubou minha paz
Nunca mais, nunca mais, nunca mais
Tanto bem eu já lhe fiz
E você me passou pra trás
Nunca mais, juro por Deus, nunca mais
Nunca mais, nunca mais, nunca mais
Nunca mais, juro por Deus, nunca mais

Nunca más

Dices a todo el mundo que no valgo nada
De todos los hombres, yo soy el que queda
Que soy malvado, que soy malo
Dios es testigo de la maldad
Pero un día no es demasiado tarde
Quien ríe el último, ríe mejor
Puedes seguir destruyéndome
En silencio, escucho
Mis silencios, mis suspiros

Puedes cubrirme completamente de barro
Pero dormir en mi cama
Nunca volverás a hacer eso
¡Nunca más, nunca más, nunca más!
Eso es lo que me hiciste, mujer
No me obligarás a hacerlo de nuevo
¡Nunca más, nunca más, nunca más!
Estaba tan feliz
Y me robaste la paz
¡Nunca más, nunca más, nunca más!
Ya te he hecho mucho bien
Y me traicionaste
¡Nunca más, lo juro por Dios, nunca más!
¡Nunca más, nunca más, nunca más!
¡Nunca más, lo juro por Dios, nunca más!

Escrita por: Ataulfo Alves