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El Motoquero

Átua Santos

Oia o Motoqueiro

Era domingo eu tava de bobeira
Numa maior leseira resolvi sair para um forro
Já tinha tomado uma cerveja
E caldo de mocoto

Liguei meu carro foi no posto encher o tanque
Calibrei os pneus, peguei o estradão
Ouvindo as músicas do átua santos
E as modas do tião

Mas, de repente comecei a soar frio
Me apertou uma dor de barriga
Eu estava atravessando uma pastagem ampla
Não tinha um lugar pra me amoitar

Parei meu carro, agachei pra aliviar
Na mesma hora passou um delinquente
Buzinando e gritando só para me zombar
Não deixei baixo e gritei pra retrucar

Óh u cagão óh u motoqueiro
Óh u cagão óh u motoqueiro
Óh u cagão óh u motoqueiro
Óh u cagão óh u motoqueiro

El Motoquero

Era domingo y estaba aburrido
En mi mayor ociosidad decidí salir a un baile
Ya me había tomado una cerveza
Y caldo de patas

Encendí mi carro y fui a la gasolinera a llenar el tanque
Inflé los neumáticos, tomé el camino
Escuchando las canciones de Ata Santos
Y las canciones de Tião

Pero de repente empecé a sentir frío
Me apretó un dolor de barriga
Estaba cruzando un amplio pastizal
No había un lugar para esconderme

Paré mi carro, me agaché para aliviar
En ese momento pasó un delincuente
Tocando la bocina y gritando solo para burlarse de mí
No me quedé callado y grité para responder

Oh, cagón, oh, motoquero
Oh, cagón, oh, motoquero
Oh, cagón, oh, motoquero
Oh, cagón, oh, motoquero

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