Repensar
Caminhar, desnudar a alma
Balançar sem perder a calma
No voo o ar, pouco e rarefeito
Respirar fundo a cada milha que passar
A carne sente em frio cada nova brisa que acariciar
O calafrio vagarosamente sobe a espalhar
De fio em fio, eletricidade a me permear
Mente a devanear
Toma meu corpo, percorre minha artéria
Vê em meu sangue, entende minha memória
Se não me prende, espalha-me em cinzas
Se compreende, perpetua minha história
Reconsiderar
Caminar, desnudar el alma
Balancear sin perder la calma
En el vuelo el aire, escaso y enrarecido
Respirar profundo en cada milla que pase
La carne siente en frío cada nueva brisa que acaricie
El escalofrío lentamente sube a esparcirse
De hilo en hilo, electricidad que me permea
Mente divagando
Toma mi cuerpo, recorre mis arterias
Ve en mi sangre, entiende mi memoria
Si no me retiene, dispersame en cenizas
Si comprendes, perpetúa mi historia
Escrita por: Augusto Aguieiras