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Reflejo

Aurevoir

Espelho

O espelho pode não mostrar o que você quer ver
A vida pode não te [dar-o-que-vo-cê-quer-ter]
A posse ofusca a liberdade de escolha
Será nesse mundo em [que-que-re-mos-vi-ver?]
Procurando um jeito de se defender
De se achar, de se perder, de ser [tudo-que-você-mais-te-me]
Seguindo as regras de um discurso bem direto
Onde o seu sujeito é apenas [mais-um-o-b-je-to]

Não liga para o que os outros vão pensar
Prazer pra você, é só o que interessa
A exploração não tira férias,
O luxo deles as custas da sua miséria

Se o Ego não te deixa ser
Então se prepare pra perder...
Sua consciência te devora
E a verdade não demora pra aparecer

A angustia de quem se limita a não ir mais além
Vive amarrado, é um escravo [do-que-os-ou-tros-di-zem]
O egoísmo, a histeria invadem seu espaço
Entre dinheiro e desespero [quem-é-do-no-de-quem?]

Não liga para o que os outros vão pensar
Prazer pra você, é só o que interessa
A exploração não tira férias,
O luxo deles as custas da sua miséria

Se o Ego não te deixa ser
Então se prepare pra perder...
Sua consciência te devora
E a verdade não demora pra aparecer

Reflejo

El espejo puede no mostrar lo que quieres ver
La vida puede no darte lo que quieres tener
La posesión eclipsa la libertad de elección
¿Será en este mundo en el que queremos vivir?
Buscando una forma de defenderte
De encontrarte, de perderte, de ser todo lo que más temes
Siguiendo las reglas de un discurso muy directo
Donde tu sujeto es solo otro objeto más

No te importa lo que los demás pensarán
El placer para ti es lo único que importa
La explotación no toma vacaciones
Su lujo a costa de tu miseria

Si el Ego no te deja ser
Entonces prepárate para perder...
Tu conciencia te devora
Y la verdad no tarda en aparecer

La angustia de quien se limita a no ir más allá
Vive atado, es un esclavo de lo que los demás dicen
El egoísmo, la histeria invaden tu espacio
Entre el dinero y la desesperación, ¿quién es dueño de quién?

No te importa lo que los demás pensarán
El placer para ti es lo único que importa
La explotación no toma vacaciones
Su lujo a costa de tu miseria

Si el Ego no te deja ser
Entonces prepárate para perder...
Tu conciencia te devora
Y la verdad no tarda en aparecer

Escrita por: Rafael / Sará