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Meramente Rostros

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Meros Rostos

Quero chorar
Mas não consigo
Tudo tem razão
Tudo faz sentido

Quero viver
Um simples motivo
Tudo tem razão
Tudo faz sentido

Como acreditar
No destino corrompido
Mesmo sem razão
Ainda faz sentido

Quero viver
Meu livre arbítrio
Mesmo sem razão
Ainda faz sentido

Sua vingança
Seu amparo
O homem é insano
Aos seus atos
Sua intolerância
Seu vazio
O homem é tolo
A cada passo

Dia a dia sendo inférteis

Fé e crer
Mesmo pela janela vendo o medo crescer
Fé pra crê
Mesmo vendo a inocência perecer

Pessoas simplesmente
Meros rostos à sorrir
Pessoas simplesmente
Meros rostos à sorrir

O homem é possado
Pela ganância
Objetivo próprio
Sem propósito

Queremos sonhar
Sendo voláteis
Mesmo instáveis
Mesmo sem sentido

Lutamos por sobrevivência
Sem resistência
Em uma terra sem respeito
Buscamos ser perfeitos

Queremos viver
Pela a lascívia injúria
Nos tornamos juízes
Achamos algum sentido

Sua vingança
Seu amparo
O homem é insano
Aos seus atos
Sua intolerância
Seu vazio
O homem é tolo
A cada passo

Dia a dia sendo inférteis

Meramente Rostros

Quiero llorar
Pero no puedo
Todo tiene sentido
Todo cobra sentido

Quiero vivir
Por un simple motivo
Todo tiene sentido
Todo cobra sentido

¿Cómo creer
En un destino corrompido?
Aun sin razón
Todavía tiene sentido

Quiero vivir
Mi libre albedrío
Aun sin razón
Todavía tiene sentido

Tu venganza
Tu apoyo
El hombre está loco
En sus actos
Tu intolerancia
Tu vacío
El hombre es tonto
En cada paso

Día a día siendo infértiles

Fe y creer
Aun viendo el miedo crecer por la ventana
Fe para creer
Aun viendo perecer la inocencia

Personas simplemente
Meramente rostros sonrientes
Personas simplemente
Meramente rostros sonrientes

El hombre está poseído
Por la avaricia
Con objetivos propios
Sin propósito

Queremos soñar
Siendo volátiles
Aun siendo inestables
Aun sin sentido

Luchamos por sobrevivir
Sin resistencia
En una tierra sin respeto
Buscamos ser perfectos

Queremos vivir
Por la lujuria injuriosa
Nos convertimos en jueces
Encontramos algún sentido

Tu venganza
Tu apoyo
El hombre está loco
En sus actos
Tu intolerancia
Tu vacío
El hombre es tonto
En cada paso

Día a día siendo infértiles

Escrita por: Victor Viana