Contra Mão
Me traga um café bem forte
Uma torrada cairia bem
Só não me diga o que fazer
Nem o que lhe convém
Eu nem to pra sua opinião
Seja positiva ou não
O que eu realmente quero é manter os meus
Pés no chão, no chão
Mas você não sabe da minha insegurança
De que acabe sem nem começar
De que os meus medos voltem a me assombrar
Me diz que as ruas voltarão ao seu lugar
E perdido de novo sem direção
Me parto em mil pedaços
Pra saber a tua intenção
Me diz com quem andas
Que eu te direi quem és
E me diz com quem dormes e quem você tem aos seus pés
Qual é tua sina, a tua indecisão?
Se já sabe o que quer então não me atrase em vão
E não espera a solidão
Porque se parar pra pensar
Qual é a razão de estar vivo então
Perdido de novo
Na contra mão
Mais uma despedida
Que não se repita
Oh não!
Contra Mano
Tráeme un café bien cargado
Una tostada caería bien
Solo no me digas qué hacer
Ni lo que te conviene
No me importa tu opinión
Ya sea positiva o no
Lo que realmente quiero es mantener mis
Pies en el suelo, en el suelo
Pero no sabes de mi inseguridad
De que termine sin siquiera empezar
De que mis miedos vuelvan a atormentarme
Dime que las calles volverán a su lugar
Y perdido de nuevo sin dirección
Me rompo en mil pedazos
Para saber tu intención
Dime con quién andas
Y te diré quién eres
Y dime con quién duermes y quién tienes a tus pies
¿Cuál es tu destino, tu indecisión?
Si ya sabes lo que quieres, entonces no me retrases en vano
Y no esperes la soledad
Porque si te detienes a pensar
¿Cuál es la razón de estar vivo entonces?
Perdido de nuevo
En contra mano
Otra despedida
Que no se repita
¡Oh no!
Escrita por: Matheus Lokschin Heberlê / Otávio Soares Folharini