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Vendrá

bala de eucalipto

Virá

O lar inquieto
Bem como deveria estar
Mas sem coisas pra falar

Verá que é certo
Deixar a curiosidade pra lá
Fora do alcance do olhar

Virá é certo
Os pensamentos sóbrios não me deixar voar
Pra longe do seu olhar

Virá
Agora não talvez posso esperar
Virá

Trará concreto
Para fechar as frestas que não posso olhar
Não quero olhar

Vem mais pra perto
Mas não tão perto não quero te assustar
Tenho medo de errar

O espaço que cerco
Não vale a pena habitar
Melhor se afastar

Virá
Agora não talvez posso esperar
Virá

Virá
Agora não talvez posso esperar
Virá

Vendrá

El hogar inquieto
Justo como debería estar
Pero sin cosas que decir

Verás que es correcto
Dejar la curiosidad de lado
Fuera del alcance de la vista

Vendrá, es seguro
Los pensamientos sobrios no me dejan volar
Lejos de tu mirada

Vendrá
Ahora no, tal vez pueda esperar
Vendrá

Traerá concreto
Para sellar las grietas que no puedo ver
No quiero ver

Acércate más
Pero no tan cerca, no quiero asustarte
Tengo miedo de equivocarme

El espacio que cerco
No vale la pena habitar
Mejor alejarse

Vendrá
Ahora no, tal vez pueda esperar
Vendrá

Vendrá
Ahora no, tal vez pueda esperar
Vendrá

Escrita por: Helmer de Castro