Superfície
Soube disfarçar
Desde pequeno, a cara de choro
Quis saber voar
Da sua janela do sétimo andar
Mãos ao alto em nome de quem
Acorrentou, acorrentou
Onda que não vai quebrar
Mãos ao alto, mãos ao alto, ar
Soube alcançar
Os livros mais altos da estante
Quis saber voar
Sair do seu corpo e acordar
Imaginação
Corria solta, derrubava tudo
Dia sim, dia não
Mãos ao alto, mãos ao alto
Ar que falta na subida
Sai de mim e vai na contramão
Faz do silêncio a partida
Sai de mim e não
Ar que falta na subida
Sai de mim e vai na contramão
Faz do silêncio a partida
Sai de mim e não
Lá no alto eu me perdi
Não posso ficar, mas penso em voltar antes de sair
Mas um dia eu vou voar
Sair do meu corpo e acordar
Superficie
supo disimular
Desde pequeño, la cara de llanto
queria saber como volar
Desde la ventana de tu séptimo piso
Manos arriba en cuyo nombre
encadenado, encadenado
ola que no se rompe
Manos arriba, manos arriba, aire
supo llegar
Los libros más altos de la estantería
queria saber como volar
Sal de tu cuerpo y despierta
Imaginación
Corre salvaje, derriba todo
Un día sí, un día no
Manos arriba, manos arriba
Falta aire al subir
Sal de mí y ve en la dirección opuesta
Haz del silencio el juego
Sal de mi y no
Falta aire al subir
Sal de mí y ve en la dirección opuesta
Haz del silencio el juego
Sal de mi y no
allá arriba me perdí
No puedo quedarme pero pienso en volver antes de irme
Pero un día volaré
Sal de mi cuerpo y despierta
Escrita por: Banda Alaska