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Fiebre

Banda Alva

Febre

São vários eu gritando em mim mesmo
Vozes que só querem conduzir ao erro
Tente escolher, dizer sim ou não
O sim é o mais difícil, ele lança-me ao chão

É de Joelhos que vence essa guerra
Sem microfone, na febre e sem plateia
Quer me acelerar, mas não sabe pra onde eu vou
Eu vejo as mãos furadas de quem me chamou

Eu ouço vem, vem
Tudo bem, eu sei quem é quem
Tá tudo escrito
O bem que quero fazer eu não faço, mas o mal que eu faço é como um vício
Sou como um caminhão sem freio, se bater fica feio e que despenca ao precipício
Ativo a minha fé como um escudo e vou pra cima com tudo
E me algemo ao compromisso
Sei que a coisa é certa quando cai por terra a seta que não me acerta e o inimigo quando mira erra!

Viver preso numa lei é a liberdade pra mim
Pra entender o que falei, isso não depende de mim
Eu só escutei o que Ele falou
Minha cruz esvaziou

Há vários gritando em mim mesmo
Vozes que só querem conduzir ao erro
Tente escolher, dizer sim ou não
O sim é mais difícil, ele lança-me ao chão

É de Joelhos que venci essa guerra
Sem microfone, na febre e sem plateia
Quer me acelerar, mas não sabe pra onde eu vou
Eu vejo as mãos furadas de quem me chamou
De quem me chamou

Viver preso numa lei é a liberdade pra mim
Pra entender o que falei, isso não depende de mim
Eu só escutei o que Ele falou
Minha cruz esvaziou

Cantem nas praças ressuscitou e em breve vem!
E essa graça está chamando a ti também
Me dê suas mãos, você é igual a mim
Me dê suas mãos, vamos sair daqui

Pode vir, pode vir!
Enquanto os céus se abrem, nós Te chamamos, vem!
Pode vir, pode vir!
E se o tempo fecha, eu sei, posso ver quem vem
Pode vir, pode vir!
Sei que esse mundo é a tempestade
Vamos sair daqui
Pode vir, pode vir!

Fiebre

Son varios gritando dentro de mí
Voces que solo quieren llevarme al error
Intenta elegir, decir sí o no
El sí es lo más difícil, me lanza al suelo

Es de rodillas que se gana esta guerra
Sin micrófono, en la fiebre y sin público
Quieren acelerarme, pero no saben a dónde voy
Veo las manos heridas de quien me llamó

Escucho ven, ven
Todo bien, sé quién es quién
Está todo escrito
El bien que quiero hacer no lo hago, pero el mal que hago es como un vicio
Soy como un camión sin frenos, si choca se pone feo y se desploma al precipicio
Activo mi fe como un escudo y voy con todo
Y me encadeno al compromiso
Sé que la cosa es cierta cuando cae al suelo la flecha que no me acierta y el enemigo cuando apunta, erra!

Vivir atrapado en una ley es la libertad para mí
Para entender lo que dije, eso no depende de mí
Solo escuché lo que Él dijo
Mi cruz se vació

Hay varios gritando dentro de mí
Voces que solo quieren llevarme al error
Intenta elegir, decir sí o no
El sí es más difícil, me lanza al suelo

Es de rodillas que gané esta guerra
Sin micrófono, en la fiebre y sin público
Quieren acelerarme, pero no saben a dónde voy
Veo las manos heridas de quien me llamó
De quien me llamó

Vivir atrapado en una ley es la libertad para mí
Para entender lo que dije, eso no depende de mí
Solo escuché lo que Él dijo
Mi cruz se vació

Canten en las plazas, resucitó y pronto viene!
Y esta gracia te está llamando a ti también
Dame tus manos, eres igual a mí
Dame tus manos, vamos a salir de aquí

¡Puede venir, puede venir!
Mientras los cielos se abren, te llamamos, ven!
¡Puede venir, puede venir!
Y si el tiempo se cierra, sé, puedo ver quién viene
¡Puede venir, puede venir!
Sé que este mundo es la tormenta
Vamos a salir de aquí
¡Puede venir, puede venir!

Escrita por: Wander Ruas, Banda Alva