Cubo de Gelo
Estou trancado em meu cubo de gelo, mas ainda me reflito no espelho.
A sua lágrima em mim pereceu, se tornando o meu apogeu.
Preto no branco é ver para crer, ande logo vamos nos derreter.
Depois me abrace por que estou com frio e pelas costas me afogue no rio.
O seu veneno me corrói por dentro e muitas vezes eu não estou nem atento.
Seus gritos pairam na minha cabeça e antes que eu me esqueça eu não vou me perder.
Estou trancado em meu sonho estranho, mas não sou nenhum do rebanho.
O que eu vejo quase ninguém mais vê, eu sou pequeno, mas eu posso crescer.
E me assusta a minha destilação, maior culpada pelo meu coração.
E me mastigue, por mim tanto faz depois me ame se for capaz.
Cubo de Hielo
Estoy encerrado en mi cubo de hielo, pero aún me reflejo en el espejo.
Tu lágrima en mí desapareció, convirtiéndose en mi apogeo.
Blanco sobre negro es ver para creer, apúrate vamos a derretirnos.
Después abrázame porque tengo frío y por la espalda ahógame en el río.
Tu veneno me corroe por dentro y muchas veces ni siquiera estoy atento.
Tus gritos rondan en mi cabeza y antes de que me olvide, no me perderé.
Estoy encerrado en mi extraño sueño, pero no soy uno del rebaño.
Lo que veo casi nadie más ve, soy pequeño pero puedo crecer.
Y me asusta mi destilación, la mayor culpable de mi corazón.
Y mastícame, me da igual, después ámame si puedes.
Escrita por: Nitay Gustavo