Blá Blá Blá Blá Blá
Pensamentos regurgitados, estou preso em meu passado.
A fortaleza já cedeu e nada aconteceu.
Entro em um redemoinho, procurando algum caminho.
Ouço vozes atordoadas, repetindo as mesmas palavras
Blá Blá Blá Blá Blá
Dividindo grupos sanguíneos, compreendendo raciocínios.
Sou meu próprio parasita, sob a névoa infinita.
Tente destruir um pouco mais, ó meu deus você é capaz de sentir o seu coração e toda aquela erupção.
Blá Blá Blá Blá Blá
Talvez traçamos nossos destinos, como os nossos intestinos, obrigado por suportar, todo esse Blá Blá Blá Blá Blá...
Blá Blá Blá Blá Blá
Blá Blá Blá Blá Blá
Pensamientos regurgitados, estoy atrapado en mi pasado.
La fortaleza ya cedió y nada sucedió.
Entro en un remolino, buscando algún camino.
Escucho voces aturdidas, repitiendo las mismas palabras
Blá Blá Blá Blá Blá
Dividiendo grupos sanguíneos, comprendiendo razonamientos.
Soy mi propio parásito, bajo la niebla infinita.
Intenta destruir un poco más, oh mi dios, ¿eres capaz de sentir tu corazón y toda esa erupción?
Blá Blá Blá Blá Blá
Quizás trazamos nuestros destinos, como nuestros intestinos, gracias por soportar, todo este Blá Blá Blá Blá Blá...
Blá Blá Blá Blá Blá
Escrita por: Nitay Gustavo