Vaqueiro das Fronteiras
Eu nasci lá na fronteira seu moço eu não perco embalo
Aprendi desde menino a montar no meu cavalo
Me acostumei na poeira correndo atrás do gado
É minha maior paixão vaquejada e bicho brabo
Nunca gostei da cidade seu moço eu não quero não
prefiro a mata virgem eo vaerde da plantação
Gosto do banho de riacho que tem lá no Sertão
Pegar boi dentro do mato é aminha profissão
Eu gosto do calor de uma morena
No forró pra mim chamegar
É lindo ver o povo assim sorrindo
Numa festa feliz a brincar
Adoro quando sei que é verdadeiro
O amor de alguém que esta comigo
Rodeado de amigos e ver a vida com emoção que dá
Não vivo não, não vivo não
Olha eu não vivo sem momntar meu alazão
Não vivo não, não vivo não
Sem uma morena dentri do meu coração.
Vaqueiro de las Fronteras
Yo nací allá en la frontera, señor, no pierdo el ritmo
Desde pequeño aprendí a montar en mi caballo
Me acostumbré al polvo persiguiendo al ganado
Mi mayor pasión es la vaquera y los animales bravos
Nunca me gustó la ciudad, señor, no la quiero
Prefiero la selva virgen y el verde de la plantación
Disfruto del baño en el arroyo que hay en el Sertão
Agarrar al toro en el monte es mi profesión
Me gusta el calor de una morena
En el baile para acurrucarme
Es hermoso ver a la gente así sonriendo
En una fiesta feliz jugando
Adoro cuando sé que es verdadero
El amor de alguien que está conmigo
Rodeado de amigos y ver la vida con emoción que da
No vivo, no, no vivo
Mira, no vivo sin montar mi alazán
No vivo, no, no vivo
Sin una morena dentro de mi corazón.
Escrita por: João Ribeiro