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Caótica

Banda K2

Kaótica

Tempestade na metrópole, tragédia inevitável
A chuva abençoada tá virando maldição
O solo impermeável não aguenta ser regado
O vento não semeia, ele arranca é o telhado
A gente tá colhendo os frutos, a gente tá invertendo a lógica
Viva nossa civilização caótica!

Seu abrigo, área de risco, ninguém briga por você
Seu barraco tá caindo mas o ibope da TV não
Imagens, imagens, eu quero imagens do caos
Num oferecimento do horário eleitoral

A cidade vomita esgoto de nojo de desgosto
Tá doente, de enchente, gente ilhada, atrasada
Tanta gente sem ter hora pra chegar
- Porque carro não sabe nadar
Tanta rua que não leva pra nenhum lugar
- Porque carro não sabe nadar

A árvore caiu, levou o poste também
E sem eletricidade você virou refém
Você não tá conectado, você tá na escuridão
A evolução da humanidade tá te deixando na mão

Seu abrigo, área de risco, ninguém briga por você
Seu barraco tá caindo mas o ibope da TV não
Imagens, imagens, eu quero imagens do caos
Num oferecimento do horário eleitoral

A cidade vomita esgoto de nojo de desgosto
Tá doente, de enchente, gente ilhada, atrasada
Tanta gente sem ter hora pra chegar
Porque carro não sabe nadar
Tanta rua que não leva pra nenhum lugar
Porque carro não sabe nadar

Kaótica

Caótica

Tormenta en la metrópolis, tragedia inevitable
La lluvia bendita se está convirtiendo en maldición
El suelo impermeable no aguanta ser regado
El viento no siembra, arranca el techo
Estamos cosechando los frutos, estamos invirtiendo la lógica
¡Viva nuestra civilización caótica!

Tu refugio, zona de riesgo, nadie pelea por ti
Tu choza se está cayendo pero la audiencia de la TV no
Imágenes, imágenes, quiero imágenes del caos
En un patrocinio del horario electoral

La ciudad vomita aguas residuales de asco y desagrado
Está enferma, inundada, gente aislada, retrasada
Tanta gente sin tener hora para llegar
- Porque los autos no saben nadar
Tantas calles que no llevan a ningún lugar
- Porque los autos no saben nadar

El árbol cayó, se llevó el poste también
Y sin electricidad te has convertido en rehén
No estás conectado, estás en la oscuridad
La evolución de la humanidad te está dejando en la estacada

Tu refugio, zona de riesgo, nadie pelea por ti
Tu choza se está cayendo pero la audiencia de la TV no
Imágenes, imágenes, quiero imágenes del caos
En un patrocinio del horario electoral

La ciudad vomita aguas residuales de asco y desagrado
Está enferma, inundada, gente aislada, retrasada
Tanta gente sin tener hora para llegar
Porque los autos no saben nadar
Tantas calles que no llevan a ningún lugar
Porque los autos no saben nadar

Caótica

Escrita por: Diego Ávila, Gustavo Baldin