Inimigo da Pressa
Me avise quando você voltar a ser
Aquela que um dia imaginei sempre poder
Andar de mãos dadas sem ter nada
Nem ninguém a quem dever
Me diz pra onde te levaram, qual caminho?
Diz que ponte tu cruzaras...
Qual a fonte de água limpa tua cede saciara?
Qual alpendre na matina tua rede balançara com você sozinha?
Tremendo de frio, sem o meu carinho,
Contrariando o destino
Que traçamos para nós
Até parece que você não se lembra que eu te pedi em preces,
Que você me esperasse, implorei não se aprece
Que o tempo é o inimigo da pressa e infelizmente ele só...
Corre quando estou ao seu lado e agora sozinho
Ele insiste em atormentar
Lento sem pena
Só com a pena
O castigo a sentença
De viver na tua ausên-----------cia...
Enemigo de la prisa
Avísame cuando vuelvas a ser
Aquella que un día imaginé siempre poder
Caminar de la mano sin tener nada
Ni a nadie a quien deber
Dime a dónde te llevaron, ¿qué camino?
Di qué puente cruzarás...
¿Qué fuente de agua limpia saciará tu sed?
¿En qué alero por la mañana tu hamaca balanceará contigo sola?
Tiritando de frío, sin mi cariño,
Contrariando el destino
Que trazamos para nosotros
Parece que no recuerdas que te pedí en plegarias,
Que me esperaras, rogué que no te apresuraras
Que el tiempo es el enemigo de la prisa y desafortunadamente él solo...
Corre cuando estoy a tu lado y ahora solo
Insiste en atormentar
Lento sin piedad
Solo con la pena
El castigo la sentencia
De vivir en tu ausencia...