Imortal
Eu venci cada batalha que lutei, não pereci pois agora eu sou imortal
A espada, a morte, nunca puderam me tocar
Na sepultura eu jamais pisei, que criatura tentará me derrotar?
Demônios e deuses, nunca puderam me derrubar
Eu não vou, eu não vou me render
Não temo o mal, me tornei imortal
Já tiraram a lâmina da pedra, e forjaram as armas para me enfrentar
O tempo, a sorte, não são capazes de me parar
Então eu fiz um trato com a morte, a condenei por tentar me ceifar
O manto, a foice, nunca mais vai me apontar
Eu não vou, eu não vou me render
Não temo o mal, me tornei imortal
Inmortal
He ganado cada batalla que he peleado, no perecí porque ahora soy inmortal
La espada, la muerte, nunca pudieron tocarme
En la tumba nunca he pisado, ¿qué criatura intentará derrotarme?
Demonios y dioses, nunca pudieron derribarme
No me rendiré, no me rendiré
No temo al mal, me he vuelto inmortal
Ya sacaron la espada de la piedra, y forjaron armas para enfrentarme
El tiempo, la suerte, no pueden detenerme
Así que hice un trato con la muerte, la condené por intentar segarme
El manto, la guadaña, nunca más me señalarán
No me rendiré, no me rendiré
No temo al mal, me he vuelto inmortal
Escrita por: Rhuan Rocha, Leonardo Lepre, Guilherme Rondanini, João Pirani