Embaixo da Cama
Eu prefiro estar aqui
Balançando em paz
Na cadeira de balanço enferrujada
Eu prefiro estar aqui
Em silêncio
Esperando que as minhas mãos acalmem
Eu sinto tanto frio
Ainda ninguém me viu
Embaixo da cama
Embaixo da cama
Embaixo da cama
Embaixo da cama
As aranhas me incomodam
Eu prefiro estar aqui
Descansando em paz
No silêncio do horizonte que se desfaz
Pelas frestas da janela
Do meu quarto
Do armário que ainda mora
Meu corpo que desmaia
Eu sinto tanto frio
Ainda ninguém me viu
Embaixo da cama
Embaixo da cama
Embaixo da cama
Embaixo da cama
As histórias me comovem
Eu sinto tanto frio
Ainda ninguém me viu
Embaixo da cama
Embaixo da cama
Embaixo da cama
Embaixo da cama
As aranhas me devoram
Debajo de la Cama
Prefiero estar aquí
Balanceándome en paz
En la silla mecedora oxidada
Prefiero estar aquí
En silencio
Esperando que mis manos se calmen
Siento tanto frío
Aún nadie me ha visto
Debajo de la cama
Debajo de la cama
Debajo de la cama
Debajo de la cama
Las arañas me molestan
Prefiero estar aquí
Descansando en paz
En el silencio del horizonte que se desvanece
Por las rendijas de la ventana
De mi habitación
Del armario donde aún reside
Mi cuerpo que desfallece
Siento tanto frío
Aún nadie me ha visto
Debajo de la cama
Debajo de la cama
Debajo de la cama
Debajo de la cama
Las historias me conmueven
Siento tanto frío
Aún nadie me ha visto
Debajo de la cama
Debajo de la cama
Debajo de la cama
Debajo de la cama
Las arañas me devoran