Amo-te
Tu dizes que não te amo e bem quisera poder dizer-te
Sim, tu tens razão
Mas se esse amor é minha primavera, como mentir ao
Próprio coração
Amor que tudo dá e nada espera e que amargura é
Devoção
Que ao insulto e a injúria não se altera, porquê é
Renûncia, é expiação
Amo-te hoje mais por tua ausência e embora maior seja
O sofrimento
Vale tão grande amor minha existência, pra nossa vida
Se tornar em flor
Amor que tudo dá e nada espera e que amargura é
Devoção
Que ao insulto e a injúria não se altera, porquê é
Renúncia, é expiação
Amor que tudo dá e nada espera e que amargura é
Devoção
Que ao insulto e a injúria não se altera, porquê é
Renúncia, é expiação
Te amo
Tu dices que no te amo y realmente quisiera poder decirte
Sí, tienes razón
Pero si este amor es mi primavera, ¿cómo mentir al
Propio corazón?
Amor que todo lo da y nada espera y que amargura es
Devoción
Que al insulto y la injuria no se altera, ¿por qué es
Renuncia, es expiación
Te amo hoy más por tu ausencia y aunque sea mayor
El sufrimiento
Vale tanto amor mi existencia, para que nuestra vida
Se convierta en flor
Amor que todo lo da y nada espera y que amargura es
Devoción
Que al insulto y la injuria no se altera, ¿por qué es
Renuncia, es expiación
Amor que todo lo da y nada espera y que amargura es
Devoción
Que al insulto y la injuria no se altera, ¿por qué es
Renuncia, es expiación