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Animalidad Racional

Banda nascidos

Racionalidade Animal

Se tu acha que isso é certo então imagina
Sua mãe, sua irmã, sua tia, sua prima
Sua filha, sua mina, sua vó, o amor da sua vida
Distribuindo a vagina

E todo mundo acha que isso é normal
É fase, tomara que passe essa fase animal

Contra o ser racional que dizíamos ser nós
Pensamos ser inteligentes mas sempre vivemos sós
Deserdamos nosso ninho
Vivemos em grupinhos
Almejamos nosso trono e acabamos sozinhos

Eu tenho vergonha
Eu tenho medo
Eu sinto desejo
Mas não é o que eu quero fazer
Não sou nem melhor que você
E nem quero ser

Um, dois, três
Quatro, cinco, seis
Vai esperar até o cem
Pra se fuder mais uma vez

E o que você tem pra dizer
É isso o que eu quero saber

Pirulito que bate bate
Pirulito que já bateu
Se já bateu, se tá parado
Será que ainda não doeu?

Às vezes não consigo me controlar
Parece que é mais forte que eu, e assim não dá
Eu não quero fazer isso, mas será que tenho escolha
Parece que vivemos presos dentro de uma bolha

Eu quero ir além, novos horizontes
Ser mais forte do que eu, sem brincar de pique esconde
Não quero que ninguém me ache porque sou eu que procuro
Na minha vida mando eu, pulo o muro, ascendo o escuro

Eu tenho vergonha
Eu tenho medo
Eu sinto desejo
Mas não é o que eu quero fazer
Não sou nem melhor que você
E nem quero ser

Já não aguento mais, isso não me satisfaz
Quero encontrar minha paz, pra mim nada tanto faz

E o que você tem pra dizer
É isso o que eu quero saber

Pensa que é açúcar no mel, e fica aí olhando o céu
E vai só tomando créu e tudo vai pro beleléu

Você fala que é legal, eu falo que é perigoso
Eu falo que isso faz mau, você fala que é mais gostoso
A nobreza da sua realeza vai perdendo a beleza
Não se esqueça, agradeça e obedeça a sua cabeça

Contra o tempo, o vento, a vida injusta sem garantia
Com a fé e força sempre vou lutando a cada dia
Me deram um prato com vida, mas faltando muito sal
Na batalha do bem e mau que é a batalha real

Eu tenho vergonha
Eu tenho medo
Eu sinto desejo
Mas não é o que eu quero fazer
Não sou nem melhor que você
E nem quero ser

Caiu no conto do brasil, foi a luta que te traiu
Deu a cria a dor que tu sentiu e grita luta que pariu

E o que você tem pra dizer
É isso o que eu quero saber

Ciranda cirandinha vamos todos cirandar
Vamos dar a meia volta e vamos começar a pensar

Animalidad Racional

Si crees que esto está bien, entonces imagina
Tu mamá, tu hermana, tu tía, tu prima
Tu hija, tu chica, tu abuela, el amor de tu vida
Repartiendo la vagina

Y todos piensan que esto es normal
Es una fase, ojalá pase esta fase animal

Contra el ser racional que decíamos ser nosotros
Pensamos ser inteligentes pero siempre vivimos solos
Abandonamos nuestro nido
Vivimos en grupitos
Anhelamos nuestro trono y terminamos solos

Tengo vergüenza
Tengo miedo
Siento deseo
Pero no es lo que quiero hacer
No soy mejor que tú
Y no quiero ser

Uno, dos, tres
Cuatro, cinco, seis
Vas a esperar hasta cien
Para joderte una vez más

Y ¿qué tienes que decir?
Eso es lo que quiero saber

Pirulito que pega, pega
Pirulito que ya pegó
Si ya pegó, si está quieto
¿Será que aún no dolió?

A veces no puedo controlarme
Parece que es más fuerte que yo, y así no va
No quiero hacer esto, pero ¿tengo elección?
Parece que vivimos atrapados dentro de una burbuja

Quiero ir más allá, nuevos horizontes
Ser más fuerte que yo, sin jugar a las escondidas
No quiero que nadie me encuentre porque soy yo quien busca
En mi vida mando yo, salto el muro, enciendo la oscuridad

Tengo vergüenza
Tengo miedo
Siento deseo
Pero no es lo que quiero hacer
No soy mejor que tú
Y no quiero ser

Ya no aguanto más, esto no me satisface
Quiero encontrar mi paz, para mí nada importa tanto

Y ¿qué tienes que decir?
Eso es lo que quiero saber

Piensas que es azúcar en la miel, y te quedas ahí mirando al cielo
Y solo sigues bailando y todo se va al diablo

Tú dices que es genial, yo digo que es peligroso
Yo digo que esto hace mal, tú dices que es más sabroso
La nobleza de tu realeza va perdiendo la belleza
No olvides, agradece y obedece a tu cabeza

Contra el tiempo, el viento, la vida injusta sin garantía
Con fe y fuerza siempre lucharé cada día
Me dieron un plato con vida, pero faltando mucha sal
En la batalla del bien y del mal que es la batalla real

Tengo vergüenza
Tengo miedo
Siento deseo
Pero no es lo que quiero hacer
No soy mejor que tú
Y no quiero ser

Cayó en el cuento de Brasil, fue la lucha que te traicionó
Dio a luz al dolor que sentiste y grita lucha que parió

Y ¿qué tienes que decir?
Eso es lo que quiero saber

Ciranda cirandinha vamos todos a rondar
Demos la vuelta y comencemos a pensar

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