O Seresteiro Enamorado.
Ora,
Hoje a saudade veio dizer,
O quanto q'ela ainda pensa em você.
Dificil pra mim que é trovador,
Não mesmo dedicar uma prova de amor,
A quem a eternidade me roubou.
Cantarolei,
Mas somente a brisa me ouviu,
Ao longe margaridas, e de perto o vazio.
É que a loucura,
Bateu neste palhaço,
Que molambo fez-se ao amor,
Donde hoje não me acho em seus braços.
Sim, são dias comuns,
São tardes vazias,
E vidas por vidas,
Troca de calores,
De valores, e um Olhar,
Daquela ao qual hoje a saudade,
Veio lembrar.
El Serenatero Enamorado
Ahora,
Hoy la nostalgia vino a decir,
Cuánto aún piensa en ti.
Difícil para mí que soy trovador,
No puedo dedicar una prueba de amor,
A quien la eternidad me robó.
Cantaré,
Pero solo la brisa me escuchó,
A lo lejos margaritas, y de cerca el vacío.
Es que la locura,
Golpeó a este payaso,
Que se entregó al amor,
Donde hoy no me encuentro en tus brazos.
Sí, son días comunes,
Son tardes vacías,
Y vidas por vidas,
Intercambio de calor,
De valores, y una mirada,
De aquella a la que hoy la nostalgia,
Vino a recordar.
Escrita por: Al, Thiago Líma.