Minha Honra.
Ei Cabloco,
Não ouses falar meu nome,
É q'ueu sou pobre,
Mas, fiz-me de respeito um Homem.
Meu sobrenome não é de baixaria,
Então espixa teu bico,
E cuida de tua vida.
Não é direito atirar pedras em meu Castelo,
Se da mesma areia construisse também teu Império.
Ei Cabloco,
Não ouses falar meu nome,
É q'ueu sou pobre,
Mas, fiz-me de respeito um Homem.
Sei por ai,
Que andas de Carnavais se fincando,
Cabloco cuidado, senão tua honra lhe arranco.
Ora pois;
Não é direito atirar pedras em meu Castelo,
Se da mesma areia construisse também teu Império.
Ei Cabloco,
Não ouses falar meu nome,
É q'ueu sou pobre,
Mas, fiz-me de respeito um Homem.
Mi Honor
Hey tipo,
No te atrevas a mencionar mi nombre,
Es que soy pobre,
Pero me hice respetar como un Hombre.
Mi apellido no es de vulgaridades,
Así que cierra el pico,
Y ocúpate de tu vida.
No es correcto lanzar piedras a mi Castillo,
Si del mismo barro construiste también tu Imperio.
Hey tipo,
No te atrevas a mencionar mi nombre,
Es que soy pobre,
Pero me hice respetar como un Hombre.
Sé por ahí,
Que andas metiéndote en Carnavales,
Tipo, ten cuidado, o sino tu honor te lo quito.
¡Vaya, pues!;
No es correcto lanzar piedras a mi Castillo,
Si del mismo barro construiste también tu Imperio.
Hey tipo,
No te atrevas a mencionar mi nombre,
Es que soy pobre,
Pero me hice respetar como un Hombre.
Escrita por: Al, Thiago Líma.