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Revolución de Cabeleira a Virgulino

Banda Paranã Puká

Revolução de Cabeleira a Virgulino

Tiro, explosão
Balas de canhão, corpos ao chão

Frei do amor divino (caneca)
Revolução
Frei do amor divino (caneca)
Revolução

Oi tem cuidado, homi deixe de besteira
Pois se eu saco a minha peixeira eu vou ter que te sangrar
Saio embestado por dentro das capoeira
Espreitando os macacos no meio do matagá

O cabeleira, cangaceiro sanguinário
Só que foi encurralado dentro do canaviá
Rei do cangaço, lampião o virgulino
Lá pras bandas de angico, mataram ele por lá

Cabeleira, virgulino

Revolución de Cabeleira a Virgulino

Tiro, explosión
Balas de cañón, cuerpos en el suelo

Fraile del amor divino (jarra)
Revolución
Fraile del amor divino (jarra)
Revolución

Oye, ten cuidado, hombre, deja de tonterías
Porque si saco mi cuchillo, tendré que hacerte sangrar
Salgo furioso de dentro de las capoeiras
Acechando a los monos en medio del monte

El cabeleira, cangaceiro sanguinario
Pero fue acorralado dentro del cañaveral
Rey del cangaço, lampião el virgulino
Por esos lados de angico, lo mataron por allá

Cabeleira, virgulino

Escrita por: Wagner Puká