Vital (part. Bruno Delacruz)
Tudo bem, tudo bem
Já não precisa dizer nada
As palavras são meras distrações pra nós
Porque eu sei
Só eu sei
Todas as milhas que andei
Nessa estrada
Tantas desilusões
Mas não adianta nem tentar
Destruir o que foi feito pra durar
E eu nem posso explicar
Eu perco o ar
Eu já nem sei por onde começar
Nos seus braços é aonde quero estar
Não sei se é real, nunca foi igual
Você se tornou vital
Você se tornou vital
E tudo o que eu passei foi pra te encontrar
Eu já me sinto bem por você estar perto, ooh
Eu sempre soube desde o primeiro olhar
Impossível negar o efeito que você tem sobre mim
Eu perco o ar
Eu já nem sei por onde começar
Nos seus braços é aonde quero estar
Não sei se é real, nunca foi igual
Você se tornou vital
Você se tornou vital
Eu sou o retrato de um tempo calado
De um amor reservado e um sentimento cravado na alma
Você traz calma e eu não consigo evitar
Não vou blefar que sem seus olhos eu posso enxergar
Te contemplar já virou vício, não dá pra esconder
Que quando o sol de mim se esconde
Eu busco por você
Eu mestre das promessas já nem sei o que dizer
Se sinto o mesmo frio de antes quando vou te ver
Palavras que engasgo, lembranças que trago
Me faço e desfaço, me perco e, aos poucos, me acho
Teu sangue faz atalho e invade a percepção
E teu nome redesenha as batidas do coração
Na solidão, enterro lentamente os pés no mar
Sou um barco sem remo se tu diz que não vai mais voltar
E quando o que é vital resume o que é respirar
Eu perco o chão, razão, noção, então...
Eu perco o ar
Eu já nem sei por onde começar
Nos seus braços é aonde quero estar
Não sei se é real, nunca foi igual
Você se tornou vital
Você se tornou vital
Vital (part. Bruno Delacruz)
Todo bien, todo bien
Ya no hace falta decir nada
Las palabras son solo distracciones para nosotros
Porque yo sé
Solo yo sé
Todas las millas que he recorrido
En este camino
Tantas desilusiones
Pero no sirve de nada intentar
Destruir lo que fue hecho para durar
Y ni siquiera puedo explicar
Me quedo sin aliento
Ya ni sé por dónde empezar
En tus brazos es donde quiero estar
No sé si es real, nunca fue igual
Te has vuelto vital
Te has vuelto vital
Y todo lo que he pasado fue para encontrarte
Ya me siento bien porque estás cerca, oh
Siempre supe desde la primera mirada
Imposible negar el efecto que tienes sobre mí
Me quedo sin aliento
Ya ni sé por dónde empezar
En tus brazos es donde quiero estar
No sé si es real, nunca fue igual
Te has vuelto vital
Te has vuelto vital
Soy el reflejo de un tiempo callado
De un amor reservado y un sentimiento grabado en el alma
Tú traes calma y no puedo evitarlo
No voy a fingir que sin tus ojos puedo ver
Contemplarte se ha vuelto un vicio, no puedo ocultarlo
Que cuando el sol se esconde en mí
Te busco a ti
Maestro de promesas, ya ni sé qué decir
Si siento el mismo frío de antes cuando voy a verte
Palabras que se me atragantan, recuerdos que cargo
Me hago y deshago, me pierdo y, poco a poco, me encuentro
Tu sangre hace un atajo e invade la percepción
Y tu nombre redefine los latidos del corazón
En la soledad, entierro lentamente los pies en el mar
Soy un barco sin remo si dices que no volverás
Y cuando lo vital resume lo que es respirar
Pierdo el suelo, la razón, la noción, entonces...
Me quedo sin aliento
Ya ni sé por dónde empezar
En tus brazos es donde quiero estar
No sé si es real, nunca fue igual
Te has vuelto vital
Te has vuelto vital
Escrita por: Ana Marques / Bruno Delacruz