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O Alforje

Banda Rioclaro

O Alforje

No alforje
Eu levo uma carteira antiga que foi do meu pai
E o meu whiskey
E um maço de Souza Paiol
Se bem que
Tem ternura aqui também

Levo da vida a vida que eu levei
Botas de cano longo e couro crú
Trago uma carta desde 2003
De uma menina da Asa Sul

Na estrada
Como uma estrela fincada no céu
Tocando em frente
Como letra no papel
Se bem que
Tem saudade e como tem

Levo da vida a vida que eu levei
Botas de cano longo e couro crú
Trago uma carta desde 2003
De uma menina da Asa Sul

E esse alforje
Foi de um boiadeiro
Lá de Passa Três
Tão pouco tem
Porque muito eu não ganhei, não

Levo da vida a vida que eu levei
Botas de cano longo e couro crú
Trago uma carta desde 2003
De uma menina da Asa Sul

O Alforje

Sin alforja
Llevo una billetera antigua que era de mi padre
Y mi whisky
Y un paquete de Souza Paiol
Aunque
También hay ternura aquí

Llevo de la vida la vida que llevé
Botas de caña larga y cuero crudo
Traigo una carta desde 2003
De una chica de la Asa Sur

En el camino
Como una estrella clavada en el cielo
Avanzando
Como letra en papel
Aunque
Hay nostalgia y vaya que hay

Llevo de la vida la vida que llevé
Botas de caña larga y cuero crudo
Traigo una carta desde 2003
De una chica de la Asa Sur

Y este alforje
Era de un vaquero
De Passa Três
Tan poco tiene
Porque mucho no gané, no

Llevo de la vida la vida que llevé
Botas de caña larga y cuero crudo
Traigo una carta desde 2003
De una chica de la Asa Sur

Escrita por: Ray Titto / Victor Lacombe