Ainda tento esquecer
Não faz sentido esperar a vida inteira
Por coisas que podemos esquecer
Não me convém andar à beira do descaso
Da solidão que a vida me oferecer
Se eu mesmo posso escolher minhas estradas
Vou rir sozinho das minhas próprias piadas
O que eu sinto hoje, por você não sei
Mas ta morrendo como as flores que te dei
Quanto tempo nosso orgulho resistiu
Mas foi a minha adolescência que partiu
Se eu mesmo posso construir minha rotina
Eu vou fingir que você nunca existiu
Meu corpo implora a tua presença
Enquanto meu ego celebra
Sua eterna ausência
Seu rosto me lembra meu pouco poder
Aquilo que nunca tive
E ainda tento esquecer
Aún intento olvidar
No tiene sentido esperar toda la vida
Por cosas que podemos olvidar
No me conviene andar al borde del desdén
De la soledad que la vida me ofrece
Si puedo elegir mis propios caminos
Reiré solo de mis propios chistes
Lo que siento hoy, por ti no lo sé
Pero está muriendo como las flores que te di
Cuánto tiempo resistió nuestro orgullo
Pero fue mi adolescencia la que se fue
Si puedo construir mi rutina yo mismo
Fingiré que nunca exististe
Mi cuerpo ruega por tu presencia
Mientras mi ego celebra
Tu eterna ausencia
Tu rostro me recuerda mi escaso poder
Aquello que nunca tuve
Y aún intento olvidar
Escrita por: Tiago Carvalho