Onipotente
Com meus olhos não vejo
Mas posso sentir
Teu espírito se mover em mim
Simplesmente me entrego, abro o coração
És oleiro e eu sou barro em suas mãos, em suas mãos
Em tua presença não me sinto só
Sou mais forte nada irá me parar
Pelo teu sangue estou livre, posso clamar
Como águias eu irei voar, voar...
A cada dia...
Não há quem possa impedir, o seu agir
Quem poderá se opor
Ao seu querer, senhor (bis)
Com o teu sangue derramado na cruz
Minha dívida foi paga
Agora livre estou
Pra te adorar...
Não há quem possa impedir, o seu agir
Quem poderá se opor
Ao seu querer, senhor (bis)
Omnipotente
Con mis ojos no veo
Pero puedo sentir
Tu espíritu moverse en mí
Simplemente me entrego, abro el corazón
Eres alfarero y yo soy barro en tus manos, en tus manos
En tu presencia no me siento solo
Soy más fuerte, nada me detendrá
Por tu sangre estoy libre, puedo clamar
Como águilas volaré, volaré...
Cada día...
Nadie puede impedir tu actuar
¿Quién podrá oponerse
A tu voluntad, Señor? (bis)
Con tu sangre derramada en la cruz
Mi deuda fue pagada
Ahora estoy libre
Para adorarte...
Nadie puede impedir tu actuar
¿Quién podrá oponerse
A tu voluntad, Señor? (bis)
Escrita por: Luciano Cruz