Saudade Machucadeira
Saudade machucadeira
Me conte o que foi que viu
Minha melhor companheira
Abriu a porta e sumiu
Eu que pensava ser valente, ser um bravo
Senti que sou um escravo
Das cinzas do nosso amor
Me acostumei com teu carinho, o teu abraço
Eu não sei mais o que faço
Quando falta o teu amor
Saudade machucadeira
Me conte o que foi que viu
Minha melhor companheira
Abriu a porta e sumiu
Eu que pensava que não era dependente
No entanto, sou carente, do amor das fantasias
Nossos momentos eu não esqueço jamais
Loucuras que o amor faz
No leito, nas noites frias
Deixei a porta aberta e não fecho mais
Volte que você me traz
Outra vez minha alegria
Dolorosa nostalgia
Dolorosa nostalgia
Cuéntame qué fue lo que viste
Mi mejor compañera
Abrió la puerta y desapareció
Yo que pensaba ser valiente, ser un valiente
Sentí que soy un esclavo
De las cenizas de nuestro amor
Me acostumbré a tu cariño, a tu abrazo
Ya no sé qué hacer
Cuando falta tu amor
Dolorosa nostalgia
Cuéntame qué fue lo que viste
Mi mejor compañera
Abrió la puerta y desapareció
Yo que pensaba que no era dependiente
Sin embargo, soy carente, del amor de las fantasías
Nuestros momentos no los olvido jamás
Locuras que el amor provoca
En la cama, en las noches frías
Dejé la puerta abierta y ya no la cierro más
Vuelve que tú me traes
Otra vez mi alegría
Escrita por: Aílton de Oliveira (Poeta Oliveira) / Reginaldo Fêlix de Lima (Reginaldo Fêlix)