Para Trás
Minutos segundos
Tempo deixado pra trás
Perdas durezas
Ficam e não voltam mais
O que?
Que nos joga feito pedra dura
Que quebra e maltrata a rachadura
Engole o que restou
Se nutre com o que pegou
O que?
Que chupa esse nosso sangue
Joga segura a noitada
Entorta o pescoço e a tempestade...
Tempestade que leva os moinhos
Destrói os castelos e nos brinda com álcool
Tempestade pessoas caminhando doutores matando
E olhos jogados para trás
Já aceitou, se acostumou
Com esses berros de loucura
Já revidou,atormentou
Pelas noites de insônia
O que?
Aonde anda
Aonde pisa
Aonde rasga
Aonde
Porque!Uma hora dessas
Não sei, eu não entendo aonde isso vai parar
Não admitisse derrotas
onde todo mundo é derrotado
Empurrado e jogado para trás
Empurrado e jogado para trás
Jogado para trás
Hacia Atrás
Minutos segundos
Tiempo dejado atrás
Pérdidas durezas
Permanecen y no vuelven más
¿Qué?
Que nos golpea como piedra dura
Que rompe y maltrata la grieta
Se traga lo que quedó
Se nutre con lo que tomó
¿Qué?
Que chupa nuestra sangre
Juega seguro la noche
Tuerce el cuello y la tormenta...
Tormenta que se lleva los molinos
Destruye los castillos y nos brinda con alcohol
Tormenta personas caminando doctores matando
Y ojos mirando hacia atrás
Ya aceptaste, te acostumbraste
A esos gritos de locura
Ya respondiste, atormentaste
Por las noches de insomnio
¿Qué?
¿Dónde anda?
¿Dónde pisa?
¿Dónde rasga?
¿Dónde?
¡Por qué! A esta altura
No sé, no entiendo a dónde va a parar esto
No admitas derrotas
Donde todo el mundo es derrotado
Empujado y lanzado hacia atrás
Empujado y lanzado hacia atrás
Lanzado hacia atrás