O Capitulo Final
Eu vim pra fazer história, não pra, contar história
Vim pra, ser mais que média, não pra, outro comédia
Se pá, você nem me veja, pois já subi na vida
De degrau em degrau, puxado pela mão divina
Em vim lá do abismo, do fundo da minha alma
Do quadro depressivo, do rastro de um falido
Da vontade do inimigo, daquele quase esquecido
Dos valores apagados já querendo suicídio
Mas
O rastro da sua bala não atinge a minha alma
Blindada pra pouca merda, gigante na caminhada
Mutante nessa jornada
Essa história é minha, grava bem essa parada
Cê já
Acreditou no fantástico?
Cê já
Viveu o extraordinário?
Eu já, caí por muitas vezes, levantei o dobro delas
Superei o meu enterro, quando
Assumi todos os riscos, com dor
Confiei no esplendor
Chorei como criança, renovei as energias
Programei minha frequência acreditando que
Eu vim pra fazer história, não pra, contar história
Vim pra, ser mais que média, não pra, outro comédia
Se pá, c nem me veja, pois já, subi na vida
De degrau em degrau, puxado pela mão divina
Eu vim pra fazer história, honrar minha existência
Escalar tuas vontades, relatar tua grandeza
Na vitória eu agradeço, na derrota eu ajoelho
A cada final de dia, tua imagem reconheço
Te vejo, sinto uma paz no coração
Te toco, renovo minha oração
Te ouço, a verdade além da vida
Energiza o meu corpo e cura toda minha ferida
Se pá eu vi ali um trono branco
Se pá vejo ali meu julgamento
Cada erro cometido, seja lá por qual motivo
Clamei em desespero, me senti arrependido
Nem perto de um bandido, bem longe lá do abismo
Humano por toda vida, curando cada ferida
Mais perto do meu perdão, escrevo uma nova vida
Canto pra todos que
Eu vim pra fazer história, não pra, contar história
Vim pra, ser mais que média, não pra, outro comédia
Se pá, você nem me veja, pois já subi na vida
De degrau em degrau, puxado pela mão divina
El Capítulo Final
Vine aquí para hacer historia, no para contar historia
Estoy aquí para ser más que normal, no otra comedia
Tío, ni siquiera me ves, porque estoy en el mundo
De paso a paso, tirado por la mano divina
Vine desde el abismo, desde el fondo de mi alma
El cuadro depresivo, el rastro de un bancarrota
De la voluntad del enemigo, de los casi olvidados
De los valores borrados que ya quieren suicidio
Pero
El rastro de tu bala no llega a mi alma
Blindado para la basura, gigante en la caminata
Mutante en este viaje
Esta es mi historia. Graba bien esta cosa
Ya lo has hecho
¿Creías lo fantástico?
Ya lo has hecho
¿Vivías lo extraordinario?
He caído muchas veces, he criado el doble de ellos
Terminé mi funeral cuando
Tomé todos los riesgos, con dolor
Confié en el esplendor
Lloré como un niño, renové mis energías
Programé mi frecuencia creyendo que
Vine aquí para hacer historia, no para contar historia
Estoy aquí para ser más que normal, no otra comedia
Tío, ni siquiera puedes verme, porque me he mudado en el mundo
De paso a paso, tirado por la mano divina
He venido a hacer historia, honrar mi existencia
Escala tu voluntad, informa tu grandeza
En la victoria te doy las gracias, en la derrota me arrodillo
Con cada fin del día, reconozco tu imagen
Te veo, siento una paz en mi corazón
Te toco, renuevo mi oración
Te escucho, la verdad más allá de la vida
Energiza mi cuerpo y cura toda mi herida
Chico, ¿vi un trono blanco allí?
Si veo mi juicio allí
Cada error cometido, por cualquier razón
Grité desesperadamente, sentí pena
No cerca de un bandido, lejos del abismo
Humano de por vida, sanando cada herida
Más cerca de mi perdón, escribo una nueva vida
Le canto a todos los que
Vine aquí para hacer historia, no para contar historia
Estoy aquí para ser más que normal, no otra comedia
Tío, ni siquiera me ves, porque estoy en el mundo
De paso a paso, tirado por la mano divina