Me Bate, Me Arranha, Me Xinga
Ela me bate, me arranha, me xinga, me chama de amor
Ela me bate, me arranha, me xinga, me chama que eu vou.
Eu já tô cansado de ser tão humilhado
Na frente dos meus amigos, ser escurraçado
Por essa bandida, "marvada" e safada
Ela só fica me queimando, essa mulher, é maluca, é tarada.
Mas quando ela se pega, o meu corpo não se nega
Até a cama a gente quebra com o seu jeito louco de fazer amor.
Golpéame, rasguñame, escusame
Me golpea, me rasca, me maldice, me llama amor
Me golpea, me rasca, me maldice, me llama y me voy
Estoy cansado de ser tan humillado
Delante de mis amigos, se oscurece
Para este ladrón, «travieso» y travieso
Ella sigue quemándome, esta mujer, está loca, es un fenómeno
Pero cuando la atrapan, mi cuerpo no se niega a sí mismo
Incluso la cama que rompemos con tu loca forma de hacer el amor
Escrita por: André Gomes Da Costa / Marciano João Bastos