Divã
Em sonho o prazer me satisfaz
Em claro um sentido já é mais
Me perco enfim
Me entenda meu bem
Simplifico o infinito e complico o que é tolice
Mas você se entrega demais
Não tô sendo implicante
Eu sou mesmo inteligente
Mas por que você não me quer mais?
Não recorra a Freud, não recorra a Einstein
Não tenho problemas paternais
Não recorra a Freud, não recorra a Einstein
Não relativizo demais.
- (Ela) Você sabe que eu tô aqui por inteiro, não sabe?
- (Ele) É, eu sei.. queria te dizer que eu.. eu nunca mais vou embora. Nunca mais..
- (Ela) Nunca mais você sabe que não dá. Por que você volta sempre nesse assunto?
Acho que eu vou embora, tá?
- (Ele) Você já vai..? Então tá, tá tudo bem.. pode ir então..
- (Ela) Por que você me trata assim?
- (Ele) Assim como?
- (Ela) É só porque estou aqui por inteiro, né?
- (Ele) Na verdade, não dá pra te entender...
Não recorra a Freud, não recorra a Einstein
Não tenho problemas paternais
Não recorra a Freud, não recorra a Einstein
Não relativizo demais.
Diván
En un sueño el placer me satisface
En claro un sentido ya es más
Me pierdo por fin
Entiende, nena
Simplifico el infinito y complica lo que es la estupidez
Pero te das demasiado
No estoy siendo implícito
Soy muy inteligente
¿Pero por qué ya no me quieres?
No recurra a Freud, no recurra a Einstein
No tengo ningún problema paternal
No recurra a Freud, no recurra a Einstein
No relativizo demasiado
Sabes que estoy aquí por todas partes, ¿no?
Sí, lo sé, quería decirte que nunca más me voy a ir
Nunca sabes que no puedes volver a hacerlo. ¿Por qué siempre vuelves a esto?
Creo que me voy, ¿de acuerdo?
Vas a ir, así que está bien, puedes irte entonces
¿Por qué me tratas así?
¿Como qué?
Es sólo porque estoy aquí por todas partes, ¿no?
En realidad, no puedo entenderte
No recurra a Freud, no recurra a Einstein
No tengo ningún problema paternal
No recurra a Freud, no recurra a Einstein
No relativizo demasiado
Escrita por: Fernanda Carrera