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DISPARA PARA MATAR (parte de Adriano Nazareth)

Banda Visceral

ATIRA PRA MATAR (part. Adriano Nazareth)

ATIRA PRA MATAR (part. Adriano Nazareth)

Há um pouco de decência na vagabundagem
Alguma honestidade na ingratidão
E hoje tem banho de sol
Na sua prisão de grades invisíveis
E os seus sonhos mais incríveis
Ficaram do portão pra fora
E o que restou agora
O dilema de sobreviver

Atira pra matar ou sangra ate morrer
Ninguém vai se importar, com o que acontecer
É tudo tão igual e sempre no final
É você trancado no seu mundo sujo

Eu tive um sonho onde ninguém atirava
E a janela da esperança não fechava
Onde seu sangue não sujava o meu chão
A liberdade já não era um palavrão

Os corpos caem e eu prefiro não ver
Mas esse é o dilema eu tenho que sobreviver
A bala perdida passa bem perto de mim
Será que um dia essa porra vai ter fim?

Teu carro não é blindado
E o pneu já foi furado
O moleque ta armado
Vai te acertar!

Não fica na rua, o foguete subiu,
O fardado vai chegar pra tentar mirar
E atira pra matar
E atira pra matar!

Há um pouco de medo em todo lugar
Alguma claridade na escuridão
Sua vida é tão normal
No seu olhar imagem da frieza
E o seu mundo é incerteza
Ou certeza de que nada é certo
Ninguém fica perto
De quem pode matar ou morrer

DISPARA PARA MATAR (parte de Adriano Nazareth)

DISPARA PARA MATAR (parte de Adriano Nazareth)

Hay un poco de decencia en la vagancia
Alguna honestidad en la ingratitud
Y hoy hay baño de sol
En tu prisión de rejas invisibles
Y tus sueños más increíbles
Quedaron afuera de la puerta
Y lo que queda ahora
El dilema de sobrevivir

Dispara para matar o sangra hasta morir
A nadie le importará, lo que suceda
Todo es tan igual y siempre al final
Eres tú encerrado en tu mundo sucio

Tuve un sueño donde nadie disparaba
Y la ventana de la esperanza no se cerraba
Donde tu sangre no ensuciaba mi suelo
La libertad ya no era una palabrota

Los cuerpos caen y prefiero no ver
Pero este es el dilema, tengo que sobrevivir
La bala perdida pasa muy cerca de mí
¿Será que algún día esta mierda tendrá fin?

Tu auto no está blindado
Y la llanta ya fue pinchada
El chico está armado
¡Te va a alcanzar!

No te quedes en la calle, el cohete subió,
El uniformado va a llegar para intentar apuntar
Y dispara para matar
¡Y dispara para matar!

Hay un poco de miedo en todas partes
Alguna claridad en la oscuridad
Tu vida es tan normal
En tu mirada, imagen de la frialdad
Y tu mundo es incertidumbre
O certeza de que nada es seguro
Nadie se acerca
A quien puede matar o morir

Escrita por: Sancho Freitas / Tiago Alexis / Vinicius Beltrão