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Entre Duas Liberdades

Banda Winne

Já vi o amor nascer do medo
Da vontade de não seguir sozinho
Promessas ergueram tantos muros
Abraços se perderam no caminho

Dis corações cansados tantas vezes
Confundem companhia com prisão
Transformam o brilho do encontro
No reflexo da própria solidão

Entre duas liberdades
Aprendemos a ficar
Sem correntes, sem atalhos
Sem ninguém pra se salvar

Não existe um destino pronto
Nem uma única direção
Apenas dois viajantes
Dividindo a mesma imensidão

Há silêncios maiores que promessas
Há distâncias que ensinam a permanecer
Amar não é fechar caminhos
É encontrar razões para voltar e ver

Cada sonho guarda seu próprio nome
Cada horizonte pede para existir
A beleza do encontro acontece
Quando ninguém precisa partir de si

Entre duas liberdades
Aprendemos a ficar
Sem correntes, sem atalhos
Sem ninguém pra se salvar

Não existe um destino pronto
Nem uma única direção
Apenas dois viajantes
Dividindo a mesma imensidão

E entre duas liberdades
O amor encontrou lugar
Não porque prendeu o tempo
Mas porque aprendeu a caminhar

Entre duas liberdades
Aprendemos a ficar
Sem correntes, sem atalhos
Sem ninguém pra se salvar

Não existe um destino pronto
Nem uma única direção
Apenas dois viajantes
Dividindo a mesma imensidão

Escrita por: Don Winne