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Raíssa

Baracnofodíacos

Raíssa

Certamente não há nada de certo,
Pois o mais longe ainda está perto,
Se você pensar como ninguém pensou,
E se você mudar o que ninguém mudou ainda.

Você vive como se ninguém existisse,
Como se o mundo estivesse parado.
Como se o céu e o seu sacrifício,
Fizessem parte do passado.

E eu mergulho no fundo do verde profundo de seus olhos. E me afogo;
E sonho que estou beijando seus lábios, eu acordo.
E começo a imaginar o que não vai acontecer, nunca.
E começo a imaginar o que não vai acontecer, nunca.
Nunca, nunca.

Você vive como se ninguém existisse,
Como se o mundo estivesse parado.
Como se o céu e o seu sacrifício,
Fizessem parte do passado.

E eu mergulho no fundo do verde profundo de seus olhos. E me afogo;
E sonho que estou beijando seus lábios, eu acordo.
E começo a imaginar o que não vai acontecer, nunca.
E começo a imaginar o que não vai acontecer, nunca.
Nunca, nunca

Raíssa

Seguro que no hay nada seguro,
Pues lo más lejano aún está cerca,
Si piensas como nadie pensó,
Y si cambias lo que nadie ha cambiado aún.

Vives como si nadie existiera,
Como si el mundo estuviera detenido.
Como si el cielo y tu sacrificio,
Fueran parte del pasado.

Y me sumerjo en lo profundo del verde de tus ojos. Y me ahogo;
Y sueño que estoy besando tus labios, despierto.
Y empiezo a imaginar lo que nunca sucederá.
Y empiezo a imaginar lo que nunca sucederá.
Nunca, nunca.

Vives como si nadie existiera,
Como si el mundo estuviera detenido.
Como si el cielo y tu sacrificio,
Fueran parte del pasado.

Y me sumerjo en lo profundo del verde de tus ojos. Y me ahogo;
Y sueño que estoy besando tus labios, despierto.
Y empiezo a imaginar lo que nunca sucederá.
Y empiezo a imaginar lo que nunca sucederá.
Nunca, nunca

Escrita por: Anderson Gonçalves