Embriague-se
Tudo acaba nisso é a única questão
Embriagar-se é preciso
Não importa que horas são
Não ser escravo do tempo,
Nas escadarias de um palácio,
Na beira de um barranco ou na solidão do quarto
Embriague-se, embriague-se
De noite ou ao meio dia
Embriague-se, embriague-se numa boa
De vinho,virtude ou poesia
Tudo acaba nisso, é a única questão
Embriagar-se é preciso
não importa que horas são
Pra quem foge, pra quem geme,
Pra quem fala, pra quem canta,
pra não ter medo da maldade, pra acordar toda a cidade
Embriague-se, embriague-se
De noite ou ao meio dia
Embriague-se, embriague-se numa boa
De vinho,virtude ou poesia
Embriague-se...Embriague-se!
Pra quem foge, pra quem geme,
Pra quem fala, pra quem canta,
pra não ter medo da maldade, pra acordar toda a cidade
Não ser escravo do tempo,
Nas escadarias de um palácio,
Na beira de um barranco ou na solidão do quarto
Embriague-se, embriague-se
De noite ou ao meio dia
Embriague-se, embriague-se numa boa
De vinho,virtude ou poesia
Embriágate
Todo termina en esto, es la única cuestión
Embriagarse es necesario
No importa la hora que sea
No ser esclavo del tiempo,
En las escaleras de un palacio,
En el borde de un barranco o en la soledad de la habitación
Embriágate, embriágate
De noche o al mediodía
Embriágate, embriágate sin problemas
De vino, virtud o poesía
Todo termina en esto, es la única cuestión
Embriagarse es necesario
No importa la hora que sea
Para quien huye, para quien gime,
Para quien habla, para quien canta,
para no tener miedo de la maldad, para despertar a toda la ciudad
Embriágate, embriágate
De noche o al mediodía
Embriágate, embriágate sin problemas
De vino, virtud o poesía
Embriágate... ¡Embriágate!
Para quien huye, para quien gime,
Para quien habla, para quien canta,
para no tener miedo de la maldad, para despertar a toda la ciudad
No ser esclavo del tiempo,
En las escaleras de un palacio,
En el borde de un barranco o en la soledad de la habitación
Embriágate, embriágate
De noche o al mediodía
Embriágate, embriágate sin problemas
De vino, virtud o poesía