Carro (part. Dillaz)
Nunca precisei
Não pedi que tu me desses tudo
Nem quase tudo
Eu nunca reclamei
Fiz de ti dono do meu futuro
Nunca quis o restaurante caro
E, se eu quiser, sou eu que pago
Eu não fiz de ti nenhum culpado
Mas se era pra te ter avisado
Queria que pegasses no carro
Batesses à porta e implorasses
Juro, eu só queria que chorasses
E me contasses o que é que viste em mim
Queria que pegasses no carro
Batesses à porta e implorasses
Juro, eu só queria que chorasses
E me contasses o que é que viste em mim
(Hum)
Quando de ti escutei
Que só por te ter eu era um sortudo
Disseste tudo
Eu nunca fui ninguém
Sou gota d'água no teu sobretudo
(Ah)
E se não dá, então há que assumir (já não dá, não)
Eu já não vou remar, eu já não vou guiar contramão
Se aquela que tava cá há uns tempos pra mim já não tá, não
Se aquela que tava cá há uns tempos pra mim já não tá, não
Se não tens a noção
Por ti eu circulava às 8 na IC-19
Eu subia a montanha mais alta só pra sentir frio
Eu mergulhava à noite no Guincho, memo quando chove
Eu entrava no carro, mas, querida, não tens a noção
Que por ti eu circulava às 8 na IC-19
Eu subia a montanha mais alta só pra sentir frio
Eu mergulhava à noite no Guincho, memo quando chove
Eu entrava no carro, mas, querida, não tens a noção
Queria que pegasses no carro
Batesses à porta e implorasses
Juro, eu só queria que chorasses
E me contasses o que é que viste em mim
Queria que pegasses no carro
Batesses à porta e implorasses
Juro, eu só queria que chorasses
E me contasses o que é que viste em mim
(Uau)
Nunca quis o restaurante caro (isso é mentira)
E, se eu quiser, sou eu que pago (ya, ya, ya, ya)
Eu não fiz de ti nenhum culpado
Mas se era pra te ter avisado
Auto (part. Dillaz)
Nunca necesité
No pedí que me dieras todo
Ni casi todo
Nunca me quejé
Te hice dueño de mi futuro
Nunca quise el restaurante caro
Y, si quiero, soy yo quien paga
No te hice responsable de nada
Pero si era para haberte advertido
Quería que tomaras el auto
Llegaras a la puerta y suplicaras
Juro, solo quería que lloraras
Y me contaras qué viste en mí
Quería que tomaras el auto
Llegaras a la puerta y suplicaras
Juro, solo quería que lloraras
Y me contaras qué viste en mí
(Hum)
Cuando te escuché
Decir que solo por tenerte era afortunado
Lo dijiste todo
Nunca fui nadie
Soy una gota de agua en tu abrigo
(Ah)
Y si no funciona, entonces hay que aceptarlo (ya no funciona, no)
Ya no voy a remar, ya no voy a ir en contra mano
Si aquella que estaba aquí hace un tiempo para mí ya no está, no
Si aquella que estaba aquí hace un tiempo para mí ya no está, no
Si no tienes idea
Por ti circulaba a las 8 en la IC-19
Subía la montaña más alta solo para sentir frío
Me sumergía de noche en Guincho, incluso cuando llueve
Entraba al auto, pero, cariño, no tienes idea
Que por ti circulaba a las 8 en la IC-19
Subía la montaña más alta solo para sentir frío
Me sumergía de noche en Guincho, incluso cuando llueve
Entraba al auto, pero, cariño, no tienes idea
Quería que tomaras el auto
Llegaras a la puerta y suplicaras
Juro, solo quería que lloraras
Y me contaras qué viste en mí
Quería que tomaras el auto
Llegaras a la puerta y suplicaras
Juro, solo quería que lloraras
Y me contaras qué viste en mí
(Uau)
Nunca quise el restaurante caro (eso es mentira)
Y, si quiero, soy yo quien paga (ya, ya, ya, ya)
No te hice responsable de nada
Pero si era para haberte advertido
Escrita por: Tyoz / Iolanda / Dillaz / Barbara Bandeira