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El Dominador

Batêra Turbinada

O Dominador

O Dominador

Ei,olha só que lindo você chorando.
Mas ei olha só que lindo...nem parece o dominador.
Talvez se tivessem cuspido em seu rosto,
Ou se batessem bem forte na tua cara
Você não acharia-se o tal, você nem seria...
Mas tudo é igual, igual ,igual....
Um pouco a mais de sofrimento não faz mal
Eu vi num espelho vazio um pedaço de livro rasgado.
Uma alma morrendo de frio, eu vi um santo pedindo trocados
Talvez se não me vissem sentido desgosto,
Ou se calassem o que na minha mente não cala.
Porque toda essa justiça tarda rara e falha não para, não para.
Não para!
E tudo é igual, igual, igual, enquanto você chora lá fora o mundo é um caos.
Então vamos comemorar com todos os empresários,
os donos do poder e toda corja de otários.
Políticos corruptos controlando os próprios salários.
Vamos deliberar a demissão em massa de funcionários.
Vamos retroceder com tudo isto que não para,
o sangue o suor que escorrem da minha cara.
O poder, o pudor, o marasmo, a migalha.
E essa dor, essa dor....
Da humanidade não para.
Não para não.
Não, não.
E tudo é igual,tudo é igual, igual.

El Dominador

El Dominador

Ey, mira qué lindo estás llorando.
Pero ey, mira qué lindo... ni pareces el dominador.
Quizás si te hubieran escupido en la cara,
o te hubieran golpeado fuerte en tu rostro,
no te sentirías tan importante, ni siquiera serías...
Pero todo es igual, igual, igual...
Un poco más de sufrimiento no hace daño.
Vi en un espejo vacío un pedazo de libro rasgado.
Un alma muriendo de frío, vi a un santo pidiendo limosna.
Quizás si no me vieran sintiendo disgusto,
o si callaran lo que en mi mente no calla.
Porque toda esta justicia tarda, rara y falla, no para, no para.
¡No para!
Y todo es igual, igual, igual, mientras lloras afuera el mundo es un caos.
Entonces celebremos con todos los empresarios,
los dueños del poder y toda la chusma de idiotas.
Políticos corruptos controlando sus propios salarios.
Decidamos la despedida masiva de empleados.
Retrocedamos con todo esto que no para,
la sangre, el sudor que caen de mi cara.
El poder, el pudor, el estancamiento, la migaja.
Y este dolor, este dolor...
De la humanidad no para.
No para, no.
No, no.
Y todo es igual, todo es igual, igual.

Escrita por: Ricardo Batista Dos Santos