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Paraíso

Batrákia

Paraíso

Promessas que eu fiz
Ilusões que eu criei
Foram todas prisões do meu ser

Fecho os olhos pra dormir
Sem coragem pra rezar
Palavras já não podem expressar
As minhas sensações

Sozinho
Eu corro pelos trilhos
Em busca de um clarão
Tentando me encontrar
Procurando a sua mão

Eu nunca acreditei
Que a maré ia mudar
Eu nunca acreditei
Que a ampulheta ia virar
Costumava ter
O chão sob os meus pés

Sozinho
Eu corro pelos trilhos
Em busca de um clarão
Tentando me encontrar
Procurando a sua mão
Não me deixe

Promessas que eu fiz
Ilusões que eu criei
Foram todas prisões do meu ser

Fecho os olhos pra dormir
Sem coragem pra rezar
Palavras já não podem expressar
As minhas sensações

Sozinho
Eu corro pelos trilhos
Em busca de um clarão
Tentando me encontrar
Procurando a sua mão
Não me deixe
Não me deixe ficar
Aqui no meu paraíso

Eu queimo, queimo
Com essa febre que me consome devagar
É aqui que eu volto a

Eu queimo, queimo
Com essa febre que me consome devagar
É aqui que eu volto a respirar

Paraíso

Promesas que hice
Ilusiones que creé
Fueron todas prisiones de mi ser

Cierro los ojos para dormir
Sin coraje para rezar
Las palabras ya no pueden expresar
Mis sensaciones

Solo
Corro por los rieles
Buscando una luz
Intentando encontrarme
Buscando tu mano

Nunca creí
Que la marea iba a cambiar
Nunca creí
Que el reloj de arena iba a girar
Solía tener
El suelo bajo mis pies

Solo
Corro por los rieles
Buscando una luz
Intentando encontrarme
Buscando tu mano
No me dejes

Promesas que hice
Ilusiones que creé
Fueron todas prisiones de mi ser

Cierro los ojos para dormir
Sin coraje para rezar
Las palabras ya no pueden expresar
Mis sensaciones

Solo
Corro por los rieles
Buscando una luz
Intentando encontrarme
Buscando tu mano
No me dejes
No me dejes quedarme
Aquí en mi paraíso

Ardo, ardo
Con esta fiebre que me consume lentamente
Es aquí donde vuelvo a

Ardo, ardo
Con esta fiebre que me consume lentamente
Es aquí donde vuelvo a respirar

Escrita por: Bruno Passy