395px

En la casa del alfarero

Beatriz de Sá

Na Casa do Oleiro

Tenho a mim a palavra do senho dizendo
Desce a casa do oleiro quero contigo falar
Então me levantei obedeci sua voz
E pro endereço de Deus comecei a caminha

Chegando na casa do oleiro parei para observar
Uma porção de barro que sobre as rodas estava
E as mãos do oleiro ela fazia sem querer
E um vaso do seu jeito ele formava
Mas depois de contemplar a aquela cena
O vaso na mão do oleiro se quebrou
O oleiro tomou o vaso e mesmo quebrado
Poe sobre as rodas e um vaso novo ele formou
Ai então eu ouvi a voz de Deus
Será que eu não posso fazer contigo mesmo assim
Como um vaso na mão do oleiro assim sois vós
Faço o que quero o meu poder não tem limites não tem fim
Vou te quebrar te fazer de novo e em minha casa serás um vaso novo
Desce pra olaria que vou te modelar
E quando modelado fores então eu vou te usar
Te quebro, amasso, desfaço, refaço, dou brilho com a unção você é meu
Não temas, siga em frente, seja forte, seja crente, cante te alegra e diga na terra que eu sou Deus

Chegando na casa do oleiro parei para observar
Uma porção de barro que sobre as rodas estava
E as mãos do oleiro ela fazia sem querer
E um vaso do seu jeito ele formava
Mas depois de contemplar a aquela cena
O vaso na mão do oleiro se quebrou
O oleiro tomou o vaso e mesmo quebrado
Poe sobre as rodas e um vaso novo ele formou
Ai então eu ouvi a voz de Deus
Será que eu não posso fazer contigo mesmo assim
Como um vaso na mão do oleiro assim sois vós
Faço o que quero o meu poder não tem limites não tem fim
Vou te quebrar te fazer de novo e em minha casa serás um vaso novo
Desce pra olaria que vou te modelar
E quando modelado fores então eu vou te usar
Te quebro, amasso, desfaço, refaço, dou brilho com a unção você é meu
Não temas, siga em frente, seja forte, seja crente, cante te alegra e diga na terra que eu sou Deus
Cante te alegra e diga na terra que eu sou Deus
Cante te alegra e diga na terra que eu sou Deus

En la casa del alfarero

Tengo la palabra del hombre diciendo
Ven a la casa del alfarero. Quiero hablar contigo
Entonces me levanté, obedecí tu voz
Y a la dirección de Dios empecé a caminar

Al llegar a la casa del alfarero me detuve a observar
Una porción de arcilla que en las ruedas yacía
Y las manos del alfarero que hizo por accidente
Y un jarrón a su manera formó
Pero después de contemplar esa escena
El jarrón en la mano del alfarero se rompió
El alfarero tomó el jarrón e incluso se rompió
Poe sobre las ruedas y un nuevo jarrón que formó
Entonces oí la voz de Dios
¿No puedo hacerlo contigo de todos modos?
Como un jarrón en la mano del alfarero
Hago lo que quiero. Mi poder no tiene límites, ni fin
Te romperé, te haré otra vez y en mi casa serás un jarrón nuevo
Ve a la cerámica y te modelaré
Y cuando seas modelada entonces te usaré
Te rompo, te amasaré, te deshago, te rehago brillar con la unción que eres mía
No temas, adelante, sé fuerte, sé creyente, canta alegre y di en la tierra que yo soy Dios

Al llegar a la casa del alfarero me detuve a observar
Una porción de arcilla que en las ruedas yacía
Y las manos del alfarero que hizo por accidente
Y un jarrón a su manera formó
Pero después de contemplar esa escena
El jarrón en la mano del alfarero se rompió
El alfarero tomó el jarrón e incluso se rompió
Poe sobre las ruedas y un nuevo jarrón que formó
Entonces oí la voz de Dios
¿No puedo hacerlo contigo de todos modos?
Como un jarrón en la mano del alfarero
Hago lo que quiero. Mi poder no tiene límites, ni fin
Te romperé, te haré otra vez y en mi casa serás un jarrón nuevo
Ve a la cerámica y te modelaré
Y cuando seas modelada entonces te usaré
Te rompo, te amasaré, te deshago, te rehago brillar con la unción que eres mía
No temas, adelante, sé fuerte, sé creyente, canta alegre y di en la tierra que yo soy Dios
Cantar los vítores y decir en la tierra que yo soy Dios
Cantar los vítores y decir en la tierra que yo soy Dios

Escrita por: Samuel Mariano