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Puxando o Carretel

Belén Aguilera

Tirando de Carrete

Se suele decir del tiempo
Que cura todos los males
Y que se los lleva lejos

Pero nadie me había hablado
Del dolor de echar de menos
Todo lo que se ha llevado

Y no me voy a dormir tranquila
El carpe diem a veces se me olvida

Y aquí estoy, tirando de carrete
Sintiendo nostalgia
Con las fotos del dos mil diecisiete
Yo no soy, pasó el tiempo volando

Dice que lo que era para siempre
No significa tanto
No es para tanto, no es para tanto

Hay decisiones de las que me arrepiento
Hay gente que quería a la que no sigo viendo
A veces me caigo y solo es un primero

A veces aguanto grados bajo cero
Ojalá haber vivido momentos
Si hubiera sabido que ese abrazo era el último
Te hubiera abraza'o más lento
Te digo cómo lo siento

Por eso no me voy a dormir tranquila
El carpe diem a veces se me olvida

Y aquí estoy, tirando de carrete
Sintiendo nostalgia
Con las fotos del dos mil diecisiete

Yo no soy, pasó el tiempo volando
Dice que lo que era para siempre
No significa tanto

Tirando de carrete
No es para tanto, no es para tanto
Tirando de carrete

He empezado a vivir
La nostalgia en mi canto
He empezado a sentir
Lo que es la pena sin llanto
No es para tanto, no es para tanto

He empezado a vivir
La nostalgia en mi canto
He empezado a sentir
Lo que es la pena sin llanto
No es para tanto, no es para tanto

Y aquí estoy, tirando de carrete
Sintiendo nostalgia
Con las fotos del dos mil diecisiete

Yo no soy, pasó el tiempo volando
Dice que lo que era para siempre
No significa tanto

Tirando de carrete
No es para tanto, no es para tanto
Tirando de carrete
No es para tanto, no es para tanto

Tirando de carrete
No es para tanto, no es para tanto
Tirando de carrete
No es para tanto, no es para tanto

Puxando o Carretel

Costuma-se dizer sobre o tempo
Que cura todos os males
E que os leva embora

Mas ninguém tinha me falado
Da dor de sentir falta de
Tudo que foi levado

E eu não vou dormir tranquila
Às vezes eu me esqueço do Carpe Diem

E aqui estou eu, puxando o carretel
Sentindo nostalgia
Com as fotos de dois mil e dezessete
Eu não sou, o tempo voou

Disse que o que era para sempre
Não significa muito
Não é para tanto, não é para tanto

Há decisões das quais me arrependo
Tem gente que eu amava e que não continuo vendo
Às vezes eu caio e é só a primeira vez

Às vezes aguento graus abaixo de zero
Eu gostaria de ter vivido momentos
Se eu soubesse que aquele abraço era o último
Eu teria te abraçado mais devagar
Te digo como sinto muito

É por isso que não vou dormir tranquila
Às vezes eu me esqueço do Carpe Diem

E aqui estou eu, puxando o carretel
Sentindo nostalgia
Com as fotos de dois mil e dezessete

Eu não sou, o tempo voou
Disse que o que era para sempre
Não significa muito

Puxando o carretel
Não é para tanto, não é para tanto
Puxando o carretel

Eu comecei a viver
A nostalgia em minha música
Eu comecei a sentir
O que vale sem chorar
Não é para tanto, não é para tanto

Eu comecei a viver
A nostalgia em minha música
Eu comecei a sentir
O que vale sem chorar
Não é para tanto, não é para tanto

E aqui estou eu, puxando o carretel
Sentindo nostalgia
Com as fotos de dois mil e dezessete

Eu não sou, o tempo voou
Disse que o que era para sempre
Não significa muito

Puxando o carretel
Não é para tanto, não é para tanto
Puxando o carretel
Não é para tanto, não é para tanto

Puxando o carretel
Não é para tanto, não é para tanto
Puxando o carretel
Não é para tanto, não é para tanto

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