Degradê
Meu corpo é povo de muita miséria
Deixo a miséria pra lá
Corpo envolto em asas de anjo
Que não me permitem voar
Fatos jurados de um conto de fadas
Velha vontade de estar
Amor sustentado em papéis de parede
Que não vai te sacrificar, não
E pede pra você voltar
Eu tenho tudo nas mãos
Você só olha pra fora
Eu não sei como eu resisti
Você só vê traição e ignora o coração
Mas eu me lembro de tudo
De tudo então
Vamos proclamar a liberdade
Está na ferida que ainda chora
Chama todo mundo pra ver
Escuro do dia e claro da noite
Um violento degradê
Eu tenho tudo nas mãos
Você só olha pra fora
Eu não sei como eu resisti
Você só vê traição e ignora o coração
Mas eu me lembro de tudo
De tudo então
Degradado
Mi cuerpo es un pueblo lleno de mucha miseria
Dejo la miseria atrás
Cuerpo envuelto en alas de ángel
Que no me permiten volar
Hechos jurados de un cuento de hadas
Antigua voluntad de estar
Amor sostenido en papeles pintados
Que no te sacrificarán, no
Y pide que vuelvas
Tengo todo en mis manos
Tú solo miras hacia afuera
No sé cómo resistí
Tú solo ves traición e ignoras el corazón
Pero recuerdo todo
Todo entonces
Vamos a proclamar la libertad
Está en la herida que aún llora
Llama a todo el mundo para ver
Oscuridad de día y claridad de noche
Un violento degradado
Tengo todo en mis manos
Tú solo miras hacia afuera
No sé cómo resistí
Tú solo ves traición e ignoras el corazón
Pero recuerdo todo
Todo entonces
Escrita por: Arthur Rostey / Jenner Melo / Jonavo