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Patricios del Río Grande

Benício Guimarães

Patricios do Rio Grande

Alo moçada
Estou chegando de viagem
Olha eu estou de passagem
E não posso demorar
Eu venho vindo la das bandas das fronteiras
Com a saudade no meu peito a machucar
Trago comigo uma 120 baixos
Sou da terra do Inácio
Onde nasceu o baião
Sou andarilho, sou poeta solitário
Não precisa calendário
Ronda como essa se espande
Toca rancheira
Caquiado e vandeirao
Eu amo de coração os Patricios do rio grande

Sanfona velha companheira de viagem
Trago na minha bagagem a paixão que me incendeia
Minha parceira faz o meu povão feliz
Minha aplaude e pede bis
E o sangue ferve nas veias
O que seria de mim sem a tua existência
Não sei o que os outros pensam
Mais dou minha opinião
Tu és meu tudo, minha musa, minha vida
Companheira velha amiga
Nas horas de solidão

Patricios del Río Grande

Hola muchachada
Estoy llegando de viaje
Miren, estoy de paso
Y no puedo tardar
Vengo desde las tierras de las fronteras
Con la nostalgia en mi pecho lastimando
Traigo conmigo un acordeón de 120 bajos
Soy de la tierra de Inácio
Donde nació el baión
Soy un caminante, un poeta solitario
No necesito calendario
Ronda como esta se expande
Toca rancheira
Caquiado y vandeirao
Amo de corazón a los Patricios del Río Grande

Acordeón viejo compañero de viaje
Traigo en mi equipaje la pasión que me incendia
Mi compañera hace feliz a mi gente
Me aplaude y pide bis
Y la sangre hierve en las venas
¿Qué sería de mí sin tu existencia?
No sé qué piensan los demás
Pero doy mi opinión
Eres mi todo, mi musa, mi vida
Compañera vieja amiga
En las horas de soledad

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