Loucura
Loucura loucura cotidiana loucura urbana presença humana
Loucura loucura cotidiana loucura urbana presença humana
Pensamentos detentos distinto dos ventos sem raciocínios sem ligamentos
Escutem os ecos mendigos, sem tetos barulhos de insetos corcundas, eretos
Loucura loucura cotidiana loucura urbana presença humana
Loucura loucura cotidiana loucura urbana presença humana
Pensamentos detentos distinto dos ventos pedindo argumento ao povo do medo
Achando isento o tempo
Existem vários tipos de louco
O hitleriano, que barafusta
O louco que nos governa
O louco que é taxado
de louco por estar
ali sendo um pouco
Os loucos que escrevem versos
Não gosto deste tipo de louco
Gosto daquela velha senhora
que caminha, pelas ruas, de felicidade
Loucura loucura cotidiana loucura urbana presença humana
Loucura loucura cotidiana loucura urbana presença humana
Locura
Locura locura cotidiana locura urbana presencia humana
Locura locura cotidiana locura urbana presencia humana
Pensamientos detenidos distintos de los vientos sin razonamientos sin ligamentos
Escuchen los ecos mendigos, sin techos ruidos de insectos jorobados, erectos
Locura locura cotidiana locura urbana presencia humana
Locura locura cotidiana locura urbana presencia humana
Pensamientos detenidos distintos de los vientos pidiendo argumento al pueblo del miedo
Encontrando exento el tiempo
Existen varios tipos de locos
El hitleriano, que vocifera
El loco que nos gobierna
El loco que es tachado
de loco por estar
ahí siendo un poco
Los locos que escriben versos
No me gusta este tipo de loco
Me gusta aquella vieja señora
que camina, por las calles, con felicidad
Locura locura cotidiana locura urbana presencia humana
Locura locura cotidiana locura urbana presencia humana
Escrita por: Bernardo Biasi