Na areia dessa arena
Ruge um touro a tombar
Na areia dessa arena
Ruge um touro a tombar
Com as feridas que o cercam
A fúria a se formar
Com as feridas que o cercam
A fúria a se formar
Vem o homem de mãos frias
Com lanças a cravar
Vem o homem de mãos frias
Com lanças a cravar
Mas o touro sente o eco
Da dor a se dobrar
Mas o touro sente o eco
Da dor a se dobrar
E a sombra cai no chão
Ai tempo que se formou!
Num sopro de redenção
O touro se formou
E a sombra cai no chão
Ai tempo que se formou!
Num campo de imensidão
O touro se formou
Na areia dessa arena
Gira o peso a soar
Na areia dessa arena
Gira o peso a soar
Mas o touro vê as brisas
Que o levam a parar
Mas o touro vê as brisas
Que o levam a parar
Surgiu um touro de cinzas
Que a lança não vai tocar
Surgiu um touro de cinzas
Que a lança não vai tocar
Deixa o chão em silêncio
Outro vai se quebrar
Deixa o chão em silêncio
Outro vai se quebrar
E a sombra cai no chão
Ai tempo que se formou!
Num sopro de redenção
O touro se formou
E a sombra cai no chão
Ai tempo que se formou!
Num campo de imensidão
O touro se formou
Na areia dessa arena
Sopra o vento a chamar
Na areia dessa arena
Sopra o vento a chamar
Com os olhos que ele ergue
O céu vai se alargar
Com os olhos que ele ergue
O céu vai se alargar
E a sombra cai no chão
Ai tempo que se formou
Num sopro de redenção
O touro se formou
E a sombra cai no chão
Ai tempo que se formou
Num campo de imensidão
O touro se formou