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En la Boca del Monte

Bezerra da Silva

Na Boca do Mato

Corcoviei
Corcoviei, saltei de banda e fiquei miudinho
Escorreguei, saí de fininho
Eu esqueci que na cana tem nó
É que eu fui convidado por dona Didi
Pra curtir um barato lá na sua "caxanga"
Na boca do mato e quase fecharam meu palitó

Corcoviei
Corcoviei, saltei de banda e fiquei miudinho...

Eu estava na minha bebendo uma "cerva"
E comendo ciscantia e pintou um negão
Todo ignorante e ela toda sem graça este é meu marido
A salvação é que eu não sou bobo
Aprendi na Bahia jogar capoeira
Com sabedoria, senão meu compadre eu estava perdido

Corcoviei
Corcoviei, saltei de banda e fiquei miudinho...
Corcoviei
Corcoviei, saltei de banda e fiquei miudinho...

Eu estava na minha bebendo uma "cerva"
E comendo ciscantia e pintou um negão
Todo ignorante e ela toda sem graça este é meu marido
A salvação é que eu não sou bobo
Aprendi na Bahia jogar capoeira
Com sabedoria, senão meu compadre eu estava perdido

Corcoviei
Corcoviei, saltei de banda e fiquei miudinho...

En la Boca del Monte

Corcoviei
Corcoviei, salté de lado y me quedé calladito
Resbalé, me fui de puntillas
Olvidé que en la caña hay nudos
Es que fui invitado por doña Didi
Para pasar un buen rato en su 'caxanga'
En la boca del monte y casi arruinan mi chaqueta

Estaba yo tomando mi 'cerva'
Y comiendo ciscantia cuando apareció un negro
Todo ignorante y ella toda sin gracia, este es mi marido
La salvación es que no soy tonto
Aprendí en Bahía a jugar capoeira
Con sabiduría, si no, mi compadre, estaba perdido

Estaba yo tomando mi 'cerva'
Y comiendo ciscantia cuando apareció un negro
Todo ignorante y ella toda sin gracia, este es mi marido
La salvación es que no soy tonto
Aprendí en Bahía a jugar capoeira
Con sabiduría, si no, mi compadre, estaba perdido

Corcoviei
Corcoviei, salté de lado y me quedé calladito...

Escrita por: Luiz Grande