A Carta
Mais uma vez a força interece contra o povo
Cordenaram-se novamente se incadeiam sobre mim
Não que a tudo, insultam-me de novo
Vejo de perto aproximar meu fim
Não me combatem, caluniam-me com certeza
Numa perseguição atróz
Eles também não me dão o direito de defesa
Precisam sufocar a minha voz
Minha ação impedi
Para que não continuem defender o povo como sempre defendi
Concedido em meu profundo desgosto
Sigo o destino que me é imposto
Concedido em meu profundo desgosto
Sigo o destino que me é imposto
Não querem que o povo seja independente
Não querem a felicidade do trabalhador
Mas esse povo de quem eu fui escravo
Não mas será de ninguém
Aos que pensam que me derrotaram eu respondo com a vitória
E levo comigo um porém,
Saio da vida para entrar na história
Saio da vida para entrar na história
La Carta
Una vez más la fuerza se interpone contra el pueblo
Se coordinan nuevamente para burlarse de mí
No les importa nada, me insultan de nuevo
Veo de cerca acercarse mi fin
No me enfrentan, me difaman con certeza
En una persecución atroz
Tampoco me dan el derecho a defenderme
Necesitan sofocar mi voz
Impiden mi acción
Para que no siga defendiendo al pueblo como siempre lo hice
Concedido en mi profundo desagrado
Sigo el destino que me imponen
Concedido en mi profundo desagrado
Sigo el destino que me imponen
No quieren que el pueblo sea independiente
No quieren la felicidad del trabajador
Pero este pueblo del que fui esclavo
Ya no será de nadie
A aquellos que creen que me han derrotado les respondo con la victoria
Y me llevo un pero,
Salgo de la vida para entrar en la historia
Salgo de la vida para entrar en la historia
Escrita por: Marcelino Ramos / Silas De Oliveira