Vou Mimbora Para Marte
Eu nunca ouvi tanto lamento
Eu nunca ouvi tanto clamor
Nunca!
Nunca é tão recorrente
Tão presente quanto teu olhar descontente
Todo dia acordo cedo, não como, não durmo, trabalho
Suporto o discurso do povo
Que não move uma palha
Pra essa palhoça não se acabar
Estou cansado, estressado, movendo montanhas
Com estilhaços nas mãos e um carrinho de mão
Pobre, sem graça, sem nada de bom
Tá puxado eu sei amigo, não tá fácil pra ninguém
Mas todo ser humano tem um alguém pra suportar essas feridas
Construídas por pessoas de bem
Todo dia acordo cedo, não como, não durmo, trabalho
Suporto o discurso do povo
Que não move uma palha
Pra essa palhoça não se acabar
Estou cansado, estressado, movendo montanhas
Com estilhaços nas mãos e um carrinho de mão
Pobre, sem graça, sem nada de bom
Eu vou mimbora para Marte
Se quiser eu te levo também
Eu te levo
Também
Me Voy a Marte
Nunca escuché tanto lamento
Nunca escuché tanto clamor
¡Nunca!
Nunca es tan recurrente
Tan presente como tu mirada descontenta
Cada día me levanto temprano, no como, no duermo, trabajo
Aguanto el discurso de la gente
Que no mueve un dedo
Para que este circo no se acabe
Estoy cansado, estresado, moviendo montañas
Con astillas en las manos y una carretilla
Pobre, sin gracia, sin nada bueno
Sé que está difícil amigo, no es fácil para nadie
Pero todo ser humano tiene a alguien para soportar estas heridas
Construidas por personas de bien
Cada día me levanto temprano, no como, no duermo, trabajo
Aguanto el discurso de la gente
Que no mueve un dedo
Para que este circo no se acabe
Estoy cansado, estresado, moviendo montañas
Con astillas en las manos y una carretilla
Pobre, sin gracia, sin nada bueno
Me voy a Marte
Si quieres, también te llevo
Te llevo
También
Escrita por: Bia Magalhães