Tormenta!
A vida nesse mundo é tão material
Que sua presença parece irreal
No meu oceano, ela se dá por um farol
Que ilumina os meus passos e me dá calor
Calor de gente Calor de animal
Nessa tormenta não sou racional
Sou menos humano sou mais perigoso
A própria imagem desse sentimento em carne e osso
Vou ao seu encontro movido a ilusão
Mas minhas andanças não tem direção
Pois não adianta, um navio em alto mar
Que sabe aonde ir, sem saber aonde está
A vida nesse mundo é tão material
que sua presença parece ilusão
Ela é bem mais rica que uma posse pessoal
E por ser tão rica só pertence ao coração
Coração de gente calor de animal
Nessa tormenta não sou racional
Sou menos humano, sou mais perigoso
A própria imagem desse sentimento em carne e osso.
¡Tormenta!
La vida en este mundo es tan material
Que tu presencia parece irreal
En mi océano, ella se manifiesta como un faro
Que ilumina mis pasos y me da calor
Calor humano, calor animal
En esta tormenta no soy racional
Soy menos humano, soy más peligroso
La propia imagen de este sentimiento en carne y hueso
Voy hacia ti impulsado por la ilusión
Pero mis andanzas no tienen dirección
Porque no sirve de nada, un barco en alta mar
Que sabe a dónde ir, sin saber dónde está
La vida en este mundo es tan material
Que tu presencia parece ilusión
Ella es mucho más rica que una posesión personal
Y por ser tan rica solo pertenece al corazón
Corazón humano, calor animal
En esta tormenta no soy racional
Soy menos humano, soy más peligroso
La propia imagen de este sentimiento en carne y hueso.
Escrita por: Álvaro / Beni / Bruno / Coelho / Miguel / Sheik