Fonte da saudade
Esse quarto é bem pequeno
Prá te suportar
Muito amor, muito veneno
Prá pouco lugar
O teu corpo é uma serpente
A me provocar
E teu beijo, a aguardente
A me embriagar...
Essa boca muito louca
Pode me matar
Se isso é coisa do demônio
Eu quero pecar
Fecha a luz, apaga a porta
Vem me carinhar
Diz aí prá minha tia
Que eu fui viajar...
Diz que fui
Prá Nova Iorque
Ou prá Bagdá
E que isso não é hora
De telefonar
Eu já sei que qualquer dia
Tudo vai dançar
Mas a fonte da saudade
Nem o tempo vai secar...
Essa boca muito louca
Pode me matar
Se isso é coisa do demônio
Eu quero pecar
Fecha a luz, apaga a porta
Vem me carinhar
Diz aí prá minha tia
Que eu fui viajar...
Diz que fui
Prá Nova Iorque
Ou prá Bagdá
E que isso não é hora
De telefonar
Eu já sei que qualquer dia
Tudo vai dançar
Mas a fonte da saudade
Nem o tempo vai secar...
Fuente de la nostalgia
Este cuarto es muy pequeño
Para soportarte
Mucho amor, mucho veneno
Para poco espacio
Tu cuerpo es una serpiente
Provocándome
Y tu beso, el aguardiente
Embriagándome...
Esta boca muy loca
Puede matarme
Si esto es cosa del demonio
Quiero pecar
Apaga la luz, cierra la puerta
Ven a acariciarme
Dile a mi tía
Que me fui de viaje...
Dile que me fui
A Nueva York
O a Bagdad
Y que no es momento
De llamar por teléfono
Sé que cualquier día
Todo se vendrá abajo
Pero la fuente de la nostalgia
Nunca se secará...
Esta boca muy loca
Puede matarme
Si esto es cosa del demonio
Quiero pecar
Apaga la luz, cierra la puerta
Ven a acariciarme
Dile a mi tía
Que me fui de viaje...
Dile que me fui
A Nueva York
O a Bagdad
Y que no es momento
De llamar por teléfono
Sé que cualquier día
Todo se vendrá abajo
Pero la fuente de la nostalgia
Nunca se secará...
Escrita por: Kledir Ramil