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Apogeo de los pensamientos

Black Beats

Apogeus dos pensamentos

O apogeu dos pensamentos
Mais de um, sujeito se sujeita eu vou falar
Sei que os flashes tão nessas
Tem permissão, pode ir pro ar
Através do espaço tempo é que eu tenho um tempo no espaço
o apogeu do pensamento é a black beats sinta o aço
O que não é, não pode parecer
Raciocina rapidinho um matuta e não vai entender
Tudo está em mutação, nova cresce e morre veia
De menos a estrela vênus, parteira dessas ideia
Liga a nave; e essa é foda e tem 3 motores
Tonalidade de luz, mistura de idéias e cores
diferente de uns pelas atrasados
Mente da idade da pedra, por sapiens são flagelados
Resvalos e quedas, superioridade
Cê é o que pensa, se dane a idade
Pra além do terreno das suas vaidades
Tu pára e reflete, se és homem ou metade
O projeto genoma não é novidade
Esperança de cura e não de milagre
Equilibre o psique pra não se afobar
Dar sentido pra vida e tempo pra rimar
Ha, no quesito da questão é questionar
Mas se tu for um bostão, vai fazer merda pra lá
Ta? a coisa ta feia, e o mundão não muda
Eu vou cuidar só da saúde
Da minha vida tem quem cuida.

A priori, sim, eu vi dim
E uns blusão da mojave
Cada verme que me vê distante
Que só fica a margem,
O ser homem não foi feito pra ser isolado da história
Mas é um tanto duvidoso.
Destrói, constrói ou explora?
Mas eu eu sei que na minha mente apenas uma lei vigora
Bota os traíra num saco, ir até em marte e joga fora
Ora bolas, e agora
Sumiu, cabo os gabola
Os vaidoso, cheio de si
E a voz chata dos pachola...
Eu tenho uma dedução
Quer dizer, uma afirmação
O mundo não vai pra frente
Em quiméricos, certo jão?
Por seus sonhos cê tem que lutar
Mais, sem o lado do irmão atrasar
Pois, como eu me conheço
Se eu pego o imodesto
É sacode inda mando pro ar
Os bico não me assusta, não seria batalha justa
Eu tenho um caminho a trilhar
Alguns tão perdidos na busca
Black beats tem pano pra manga, então
Não venha vestido de canga
Nem de touca vermelha
Que eu sou meio lobo, e pros porco
Eu assopro e derrubo a cachanga
Um a menos um a mais pra mim tanto faz
Tem permissão pra rasgar descendente dos samurais
Ainda sigo escrevendo no escuro
Mais, to do lado certo do muro
Jaz, cê tem argumento,cê tem documento
Já saiu das fraudas rapaz
Pro cês minininho, em fase de crescimento
Digo que não basta adquirir conhecimento
Pois tudo é ao seu tempo,pra usar com sabedoria
Enquanto eu pratico a vera, cês fica na teoria
Seres que lutam entre si não procede
É previsto um imprevisto, oque eles pensam fede
Fala que fala na cara mais
To de olho de touca não durmo rapaz
Tu me veta na frente,os cotovelos fala
Tu é resto do resto que resta na vala
Pros falsos aviso meu rap é uma fria
Sou estrequinina pros mente vazia
Se não fosse eu,quem ia falar ?
Eu não disse ¼ do que cê pediu pra escutar
Se o governo americano registrou oque eu disse agora
Eu digo mais, digo pros pela que conta
Que o mundo é comprado com dólar
Cada um joga nas costas sua própria sacola,e tem mais
Meu país é injusto mais há justiceiros
Caneta na mão os melhor no que faz
Vai meu fi e não enche o raí da paciência mais
Lembra que eu sou black beats
Cpmg é o lugar de uns ruas sagaz
Serventia é meu risco na porta
Sentimento que o cês não transporta
Vai caladinho vira as costa pra mim
E nunca mais volte e não chia mais fí
Vai vai vai.

Apogeo de los pensamientos

El apogeo de los pensamientos
Más de uno, sujeto se somete, voy a hablar
Sé que los flashes están ahí
Tienen permiso, pueden salir al aire
A través del espacio tiempo es que tengo un tiempo en el espacio
El apogeo del pensamiento es la black beats, siente el acero
Lo que no es, no puede parecer
Razona rápido un campesino y no va a entender
Todo está en mutación, lo nuevo crece y lo viejo muere
Desde la estrella Venus hasta la partera de estas ideas
Enciende la nave; y esta es genial y tiene 3 motores
Tonalidad de luz, mezcla de ideas y colores
Diferente de algunos por estar atrasados
Mente de la Edad de Piedra, por sapiens son flagelados
Resbalones y caídas, superioridad
Eres lo que piensas, que le den a la edad
Más allá del terreno de tus vanidades
Te detienes y reflexionas, si eres hombre o mitad
El proyecto genoma no es novedad
Esperanza de cura y no de milagro
Equilibra la psique para no desesperarte
Dar sentido a la vida y tiempo para rimar
Ja, en el tema de la cuestión es cuestionar
Pero si eres un idiota, ve a hacer mierda por ahí
¿Entendido? la cosa está fea, y el mundo no cambia
Yo solo cuidaré de la salud
De mi vida hay quien cuida.

A priori, sí, vi dim
Y unos abrigos de la mojave
Cada gusano que me ve lejos
Que solo se queda en la orilla,
El ser humano no fue hecho para estar aislado de la historia
Pero es un tanto dudoso.
¿Destruye, construye o explora?
Pero yo sé que en mi mente solo una ley vigora
Pon a los traidores en una bolsa, ve hasta Marte y tíralos
Vaya, y ahora
Desapareció, se acabó la jactancia
Los vanidosos, llenos de sí mismos
Y la voz molesta de los tontos...
Tengo una deducción
Quiero decir, una afirmación
El mundo no avanza
¿En quiméricos, cierto, hermano?
Por tus sueños debes luchar
Pero sin que el lado del hermano se retrase
Porque, como me conozco
Si agarro al imodesto
Lo sacudo y lo mando al aire
Los chismosos no me asustan, no sería una batalla justa
Tengo un camino por recorrer
Algunos están perdidos en la búsqueda
Black beats tiene tela para cortar, entonces
No vengas vestido de canga
Ni con gorro rojo
Porque soy medio lobo, y para los cerdos
Soplo y derribo la cachanga
Uno menos, uno más, me da igual
Tienen permiso para desgarrar descendientes de los samuráis
Sigo escribiendo en la oscuridad
Pero estoy del lado correcto del muro
Ya tienes argumento, tienes documento
Ya saliste de los pañales, muchacho
Para ustedes, chicos, en fase de crecimiento
Digo que no basta con adquirir conocimiento
Porque todo llega a su tiempo, para usar con sabiduría
Mientras yo practico de verdad, ustedes se quedan en la teoría
Seres que luchan entre sí no proceden
Está previsto un imprevisto, lo que piensan apesta
Hablan y hablan en la cara más
Estoy atento, no duermo, muchacho
Me vetas enfrente, los codos hablan
Eres lo último de lo último que queda en la zanja
Para los falsos aviso, mi rap es frío
Soy estreptomicina para las mentes vacías
Si no fuera por mí, ¿quién hablaría?
No dije ni ¼ de lo que pediste escuchar
Si el gobierno estadounidense registró lo que dije ahora
Digo más, digo para los que cuentan
Que el mundo se compra con dólares
Cada uno carga su propia bolsa en la espalda, y hay más
Mi país es injusto pero hay justicieros
Con la pluma en la mano, los mejores en lo que hacen
Ve, amigo mío, no me llenes más la paciencia
Recuerda que soy black beats
Conmigo es el lugar de unas calles astutas
Mi utilidad es mi riesgo en la puerta
Un sentimiento que ustedes no transportan
Vete calladito, da la vuelta para mí
Y no vuelvas nunca más y no te quejes más, amigo
Vete, vete, vete.

Escrita por: Lucas Diogo / Rogger Mury / Roniele Kowalski