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O Filho do Carpinteiro

Black°IA

The Carpenter's Son

In dusty streets of Nazareth he stood
With splintered hands and gentle good
A humble son with patient eyes
Shaping wood beneath wide skies
Each fragile beam beneath his care
Learned silent strength from love and prayer

No crown of gold, no grand acclaim
Yet hearts would never be the same

He walked from Nazareth to Jerusalem
Carrying truth in word and flame
A carpenter with heaven's art
Building hope in every heart
Through mercy's touch and sacrifice
Love was the wood, the nails, the price

He healed the broken, raised the weak
Let compassion be the voice he'd speak
By quiet shores and crowded land
Peace was formed by his steady hand

Yet shadows gathered, fear grew strong
The innocent condemned as wrong

From Nazareth to Jerusalem
He bore the cross of human blame
A carpenter on rugged tree
Forging grace for you and me

Wood once shaped by careful art
Now held the weight of a wounded heart
But death could not the dawn deny
Nor silence love that would not die

From silent tomb to rising light
Hope awakened after night
The carpenter's hands still build within
A kingdom born of love, not sin

Not just in temples made of stone
But in every heart that calls him home

O Filho do Carpinteiro

Ele estava de pé nas ruas empoeiradas de Nazaré
Com as mãos esfarrapadas e bondade delicada
Um filho humilde de olhar paciente
Moldando madeira sob vastos céus
Cada viga frágil sob seus cuidados
Aprendi a ter uma força silenciosa através do amor e da oração

Sem coroa de ouro, sem grande aclamação
Mas os corações nunca mais seriam os mesmos

Ele caminhou de Nazaré até Jerusalém
Levando a verdade em palavras e chamas
Um carpinteiro com talento divino
Cultivando a esperança em cada coração
Por meio do toque e do sacrifício da misericórdia
O amor era a madeira, os pregos, o preço

Ele curava os quebrantados, levantava os fracos
Que a compaixão seja a voz que ele proferirá
Por margens tranquilas e terras movimentadas
A paz foi forjada por sua mão firme

Mas as sombras se adensaram, o medo cresceu
O inocente condenado como culpado

De Nazaré a Jerusalém
Ele carregou a cruz da culpa humana
Um carpinteiro em uma árvore robusta
Forjando a graça para você e para mim

Madeira outrora moldada por arte cuidadosa
Agora carregava o peso de um coração ferido
Mas a morte não pôde negar o amanhecer
Nem o silêncio ama aquilo que não morre

Do túmulo silencioso à luz que surge
A esperança despertou após a noite
As mãos do carpinteiro ainda constroem dentro
Um reino nascido do amor, não do pecado

Não apenas em templos feitos de pedra
Mas em cada coração que o chama de lar

Escrita por: Alexsandro Araújo